domingo, novembro 13, 2005

ADEUS JUVENTUDE?

Depois de pretender alterar o projecto do Novo Hospital de Lamego para que se torne num Hospital Geriátrico (da terceira idade), este Governo pretende também, ao que parece, fechar a CASA DE CULTURA DA JUVENTUDE DE LAMEGO já no fim deste ano...

A ideia de fixar os jovens ao Interior só parece fazer sentido em época de eleições?

17 comentários:

comentador disse...

A velhice é o futuro, Lamego o deserto...

NILO disse...

Este Sócrates tá a sair pior que a encomenda. Não haverá por aí ninguém que lhe queira ir aquelas BENTAS?.
Eu e mais alguns que conheço ainda lhe dávamos alguns euritos.

DECO disse...

Fico muito triste por ver partir mais uma instituição pública de Lamego. Isto só vem dar razão aqueles que sempre afirmaram que os governos socialistas nunca fizeram nada em prol de LAMEGO.

Aliás eu acrescento têm sugado, TUDO,( o pouco que temos)até ao tutano.

Anónimo disse...
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ex-anonimo disse...

Anonymous said...
Há 150 anos terminou o cerco do Porto. Começou o período liberal.
O rei D. Miguel era imensamente popular, mas a ideia-força do liberalismo, que já tinha chegado nas mochilas dos soldados franceses vinte anos antes, venceu no Porto, primeiro, e, logo depois em todo o Pais.
Foi um período novo na história política portuguesa a reforma administrativa, o termo do morgadio, o parlamentarismo. TUDO BEM, TUDO CERTO.
Cumpriu-se o ritual de sempre mudar hinos e mudar bandeiras.
E durante 150 anos modificou-se alguma coisa para ficar tudo na mesma em 1910.
O povo, na sua simplicidade dum saber de experiência feito, lá foi procurando as rotas do seu destino.
E como as votações posteriores 1910 foram sempre uma mistificação, os mais activos, os mais animosos, escolheram a sua própria forma de votar. Com os pés. E foram-se embora.
Para os Brasis e para as Áfricas, escolhem novos espaços onde só os pioneiros têm lugar. Regressaram ontem, uns, das Áfricas; vão regressar amanhã outros, das Europas.
Hoje, os caciques de Sempre entrechocam-se em Lisboa e nas suas sucursais provincianas, no bom estilo liberal. Nos jogos de interesses, deixam só ao povo defender o interesse nacional. E o que é afinal esse povo de que eles se isolam por uma barreira de palavras e de vacuidade fátua?
São os humilhados e os ofendidos que se sacrificam, muitas vezes sem saber porquê e para quê, aguardando sempre a mensagem que os faça sair da vil tristeza em que se encontram. No outro lado, e também são povo, há homens de Estado que muito têm procurado, fazer sair a nação portuguesa da mediocridade a que chegou.
Nos últimos anos, homens públicos portugueses demonstraram, à evidência, honestidade de propósitos, moderação política e um abnegado espírito democrático.
Então porquê as dificuldades temendas era que nos encontramos?
A pergunta só terá resposta na mente de cada um, pois as análises, de que estamos saturados, já nos dão fastio.
Talvez aio seja analítica mas factual. Talvez não seja possível mudar a Constituição, mas mudar a logística. Por exemplo uma central de compras para toda administração pública, que privilegie os produtos feitos em Portugal.
Talvez não seja possível alterar a organização dos tribunais, mas estabelecer lei mais penalizadoras para os prevaricadores e dar aos cidadãos a justiça pronta e expedita.
Talvez não seja possível evitar erros na administração pública mas responsabilizar a quem os cometeu e dar suporte cívico ao Governo para que tome as medidas exemplares de modo a que não sejam o êxito pela corrupção mas o triunfo pelo trabalho.
A educação não pode continuar a ser servida por um exército administrativo dum ensino unificado idiota. Tem de se regionalizar, municipalizar e diversificar de acordo com a vontade dos pais e dos professores e alunos.
Só na liberdade do ensino haverá riqueza
criativa na formação dos jovens.
As associações populares de base, o "«ensino primário e todas as formas celulares da sociedade portuguesa são tratadas com condescendência mas com muito pouco respeito pela sua , identidade própria e pelo seu querer. \
Há que destruir as corporações dos interesses criados. E assim, no plano económico, abrindo totalmente a concorrência em todas ás áreas de actuação.
Do plano social, fazendo regressar a toda a sua plenitude de acção as instituições culturais, nomeadamente as universidades. A sua independência administrativa, financeira, pedagógica e científica apenas tem contribuído para o não aproveitamento de todos os recurso e um mau gasto de dinheiro. É preciso haver controlo, por entidade externas as universidade e institutos politécnicos.
Tudo isto são propostas para reformar a sociedade portuguesa.
Ou a reforma agora, e daí uma viragem no mercado emprego, é deste modo daremos sentido de vida às jovens gerações, a democracia parlamentar de esperança passa utopia.

9:39 AM, Novembro 14, 2005

Anónimo disse...
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e.f. disse...

O primeiro ex-anonimo é na verdade um lamecense com queda para o plágio de ideias...

Apanha-se mais depressa um plagiador...

milo disse...

sim...sim...vamos já cortar a A24 lamego tem que crescer...

ESPERANÇA disse...

Eu também concordo com o MILO, se necessário for temos de tomar medidas para defender os nossos interesses. Não tem obviamente que passar por um corte de estrada, a meu ver há outras medidas para os lisboetas nos houvirem... eu tenho algumas ideias mas queria primeiro comunicá-las a quem tem que tomar decisões.

lamegolo disse...

"...estrada, a meu ver há outras medidas para os lisboetas nos houvirem..." Houvirem???

ó meus amigos!

bota mais um tinto!

1 arb disse...

Fui dirigente juvenil durante vários anos e nesta Terra do Nunca o único reduto era o Roçado da Casa de Cultura. Havia ali alma, espírito de ajuda, associativismo a sério.
Era o local dos projectos,da criatividade, não havia plágios (!); ali sentia-se gozo.

Foi ali que começaram todas as associações do concelho; o embrião sempre ali germinou.

Dói, que sejas tu - Roçado - a fechar as portas, do local onde marquei o ponto de encontro, aolongodos anos, com muitos jovens dessa Europa, anónimos (como eu)que procuravam a Casa de Cultura da Juventude de Lamego, no nº 56 da Rua de Almacave.

Pese embora a idade, estou pronto para qualquer luta, em prol dos da Juventude, desta cidade!!!

A mim já não importa (!), mas penso que para o Concelho e a Juventude em aprticular, é deveras essencial a continuação desta Casa de Cultura, aliás a únia que País, que não era sede de Distrito.

Um abraço associativista!

Espigueiro disse...

"Saída do IPJ/Lamego preocupa autarca

Francisco Lopes, presidente da câmara de Lamego, já se manifestou contra a eventual saída da delegação do Instituto Português da Juventude daquele concelho.

O autarca estranha o possível encerramento deste serviço e já avançou que tudo fará para que a delegação se mantenha em funcionamento.
Francisco Lopes mostra-se preocupado com as eventuais medidas do governo de retirar algumas dos serviços do concelho, lamentando que em vez de descentralizar, o Estado esteja cada vez a tomar opções contrárias.
Francisco Lopes, refere que tudo fará para evitar que os serviços descentralizados da Administração Central desapareçam de Lamego, contando também com a solidariedade dos restantes autarcas do Douro Sul".

Fonte:Universidade FM

drope disse...

espigueiro como tu também ouvi o PRESIDENTE a falar da saida do ipj estavamos juntos quando ele falou... tambem falou dos polos superiores de lamego ... vamos ver se não tiram mais nada a lamego... ele vai lutar para isso não se realizar


fonte. RFM

Anónimo disse...
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MOVIMENTO LAMEGO UNIDO disse...

EU também concordo. Cortes de estrada abrem notíciários do horário nobre, e aí sim os ministros de lisboa vão ouvir falar de LAMEGO.

E já agora, não queria chegar a tanto mas, se for preciso queimar umas viaturas... a coisa começa a PIAR FININHO.

EU SEI QUE JÁ HÁ VOLUNTÁRIOS

e.f. disse...

Nem a brincar...

Anónimo disse...

e uma vergonha para quando o gabinete da juventude,tao prometido em campanha?pelos vistos este executivo so se rala com teatros,bandas! vamos tratar de fazer guerra pelo gabinete..............