quarta-feira, março 15, 2006

MATERNIDADE FICA

Valha-nos uma boa notícia. A maternidade permanecerá em funcionamento no velhinho Hospital Distrital de Lamego, pelo menos até que exista o Novo Hospital. Correia de Campos lá teve em conta as péssimas acessibilidades da região para tomar essa decisão. Resta-nos agora que a maternidade de Lamego não se suicide por falta de pessoal especializado.

4 comentários:

PSD VISEU disse...

PSD considera "extremamente grave" fecho da maternidade de Lamego

A distrital do PSD de Viseu lamentou hoje 14/03/2006 a decisão do Governo de encerrar a maternidade de Lamego, considerando-a "extremamente grave", porque põe em causa um serviço que fazia anualmente cerca de 700 partos.

Em comunicado, o líder distrital do PSD, José Cesário, refere que a decisão é "absolutamente inaceitável" e lembra que muitas das parturientes "residem em zonas que se encontram a cerca de hora e meia dos Hospitais de Viseu e de Vila Real".

Num despacho hoje assinado pelo ministro da Saúde, António Correia de Campos, ficou decidida a manutenção em funcionamento do bloco de partos de Lamego, mas apenas até à sua integração no futuro Centro Hospitalar de Vila Real, Régua e Lamego.

Para José Cesário, trata-se de "mais um ataque frontal aos direitos das populações do norte do Distrito de Viseu e do interior de Portugal, em absoluta contradição com as promessas e expectativas criadas pelo PS que suporta o actual Governo".

O dirigente social-democrata e antigo governante afirma que esta medida vem "na linha de outras decisões que têm vindo a ser anunciadas", nomeadamente o adiamento da construção do novo Hospital de Lamego, que, "a serem mantidas, contribuirão para uma crescente desertificação de toda esta vasta região".

"Esta é igualmente uma decisão que ignora em absoluto o papel central e polarizador que Lamego historicamente desempenha nesta área geográfica, desprezando assim o seu direito ao desenvolvimento e a uma qualidade de vida minimamente indispensável para qualquer núcleo urbano de média dimensão", acrescenta.

Neste âmbito, José Cesário desafia o viseense Correia de Campos, "a dar uma última prova de coerência política e de abertura democrática, revendo a posição agora anunciada e dialogando com as autarquias locais de modo a garantir a melhor rentabilização possível para os poucos equipamentos a que as populações desta região têm acesso".

Anónimo disse...

O que é que isso interessa, ela vai sair mais tarde ou mais cedo!?

Abel disse...

Para já que é o que interessa FICA! Depois vemos...o ministro ou o governo podem até mudar entretanto. O não fechar já foi muito bom para Lamego.

Anónimo disse...

Vai fechar mesmo.
Lamego, c(idade) onde só se morre.