sexta-feira, janeiro 13, 2006

OBRIGADO POR NADA


O encerramento do sector da distribuição da editora Assírio & Alvim no Porto é apenas o mais recente episódio que confirma a perda crescente de protagonismo da região Norte face a Lisboa. Nos últimos anos, várias têm sido as editoras e distribuidoras - da Relógio D'Água à Gradiva, sem esquecer a Dinalivro ou Sodilivros - que optaram por concentrar a actividade na capital, abdicando das respectivas delegações que mantiveram durante um número alargado de anos."Neste momento, em termos editoriais, o Porto está ao mesmo nível de Lamego, com todo o respeito que me merece esta cidade", lamenta Antero Braga, sócio-gerente da Livraria Lello.Até mesmo editoras sediadas no Porto ou a ele umbilicalmente ligadas transferiram para Lisboa o sector da distribuição e a área comercial. As sessões de lançamento ou a vinda de escritores estrangeiros de renome estão também cada vez mais confinadas à maior cidade do país, contrariando uma prática antiga que assentava na igualdade de tratamento.

3 comentários:

Tou-te a ver! disse...

O Zé do meialaranja copiou-te o post ou foste tu...?

plágio, falta de originalidade ou pura coincidência???

Ó meuzas amigozes..!

E o post da PSP? Ah, já percebi, têm que fazer merda pra nós os criticarmos...bem pensado!

pasmado disse...

nem sei que diga

Anónimo disse...

CUNHAS

Vinte e oito por cento do 5,1 milhões de empregos existentes em Portugal no terceiro trimestre de 2005 foram conseguidos por "Cunhas", ou seja, por intermédio de pessoas conhecidas, segundo dados do Instituto Nacional de Estastistica.
Assim, neste preciso momento, muitos dos 460 mil desempregados estão entretidos a tentar encontar um tio, um primo ou um padrinho, que, através de um qualquer "jeitinho", os encaixe num emprego, de preferência sem trabalho e com a categoria de afilhado de primeira. Falar de desenvolvimento, de competitividade, de futuro, de suar a camisola e se necessário "comer" a relva (como se diz em termos futebolísticos), torna-se deveras dificil quando se é confrontado com números destes. A modernidade é incompatível com a tacanhez de raciocínio que está na nossa raíz genética.
Até resolvermos este imbróglio, vamos vivendo de invejas, ao apreciarmos o dia-a-dia de países vizinhos. E a Inveja é uma "coisa" muito feia.