terça-feira, dezembro 05, 2006

REDE VIÁRIA RENOVADA EM LAMEGO

A Câmara Municipal de Lamego conseguiu que seis importantes investimentos nas áreas da qualificação de acessibilidades e beneficiação de infra-estruturas de saneamento básico fossem aprovados e incluídos no último pacote de investimentos de carácter municipal e intermunicipal no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio (QCA).
Esta decisão abrange uma comparticipação comunitária de 2.533.051 euros, 75 por cento do valor global a investir na execução das intervenções aprovadas para o concelho de Lamego, enquanto que o restante financiamento será assegurado pela autarquia. O início da concretização destes investimentos ocorrerá em 2007, integrando o plano de reabilitação e melhoramentos das estradas e arruamentos do município, promovido pela Câmara de Lamego, que dará prioridade à recuperação das vias que se encontram degradadas e asseguram as ligações no interior do concelho.
O programa visa aumentar os índices de conforto e de segurança nas deslocações entre os principais aglomerados do concelho através da reformulação de nós e cruzamentos e da alteração de perfis, alargando algumas vias ou alguns troços ou definindo novas directrizes, através da correcção do traçado. A listagem dos investimentos municipais que serão realizados no âmbito do último pacote financeiro do III QCA é extensa: requalificação da Av. Defensores do Douro; requalificação da zona envolvente ao Relógio do Sol e requalificação da ligação de Souto Covo à Av. Defensores do Douro; requalificação da Av. 5 de Outubro; estacionamento do Desterro e requalificação da rua da Calçada; reforço e beneficiação de pavimento em diversos arruamentos rurais e urbanos do concelho e instalação de rede de saneamento básico da aldeia de S. João e dos lugares de Pomarelhe, Portela e Lamelas, freguesia de Cambres.
O Presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, destaca o elevado investimento que, em breve, será feito na reabilitação e expansão da rede viária que serve a cidade. “Durante os próximos anos, os lamecenses vão ter, finalmente, à sua disposição uma rede de acessibilidades renovada. Assumimos com orgulho o facto de aumentarmos o investimento nesta área, com o objectivo de reforçarmos a atractividade e a competitividade do concelho de Lamego no contexto regional”. FONTE: CML site oficial

segunda-feira, novembro 27, 2006

RELÓGIO DE SOL

Uma obra que está a gerar alguma polémica por estes lados. O bom de existirem obras que geram polémica é precisamente elas existirem...ou começarem a existir.
Neste caso concreto, e após muita discussão, chegámos à conclusão que a obra era necessária e está bem pensada, mas que, por se tratar de uma entrada da cidade, merecia o melhor aproveitamento do terreno disponível, de modo a criar uma avenida mais espaçosa até Monsanto, embora se saiba de antemão que o seu destino é afunilar no medíocre cruzamento do Hospital...

sábado, novembro 25, 2006

ALGUÉM QUE EXPLIQUE...

Quem vem do Relógio de Sol em direcção à Adega Cooperativa de Lamego encontra aqui um excelente atalho Todo-o-Terreno. Não entendemos ainda a razão que impediu até aos dias de hoje a conclusão deste arruamento. Não haverá na Câmara uma caução que o permita concluir? Se o propósito é impedir um grande afluxo de automóveis mais vale que o fechem de vez ou que criem um acesso condigno condicionado a moradores. Este arruamento é uma vergonha com muitos anos...alguém que explique.

quarta-feira, novembro 22, 2006

II TORNEIO DE FUTSAL JOVEM

A Câmara Municipal de Lamego vai organizar, de 11 a 22 de Dezembro, a segunda edição do Torneio de Futsal Jovem “Cidade de Lamego” que visa fomentar a prática desportiva entre as crianças e jovens do concelho, de ambos os sexos. Recorde-se que a primeira edição desta prova, realizada em 2005, alcançou um êxito assinalável e a adesão de muito público.
O II Torneio de Futsal Jovem vai decorrer no Pavilhão “Álvaro Magalhães”, estando abertas as inscrições a todos os interessados, entre os 8 e os 14 anos de idade. As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas neste pavilhão desportivo até 30 de Novembro. O sorteio decorrerá no dia 4 de Dezembro, pelas 17h 45.
Está prevista nesta competição amadora a participação de mais de duzentos e quarenta atletas, divididos por oito equipas em três escalões cada (8-10, 11-12 e 13-14 anos). Podem participar equipas com elementos de ambos os sexos. Serão atribuídos prémios aos 1ºs e 2ºs classificados de cada escalão, ao melhor marcador de cada escalão e à equipa com menos golos sofridos por escalão. Para além disto, será oferecida uma t-shirt e uma bola a todos os participantes. Junta os teus amigos e participa!
A Câmara Municipal de Lamego pretende implementar, durante os próximos anos, um vasto plano de actividades desportivas de grande valor educativo, cultural e de riqueza da acção motora. FONTE: CML site oficial

segunda-feira, novembro 20, 2006

DESEMPREGO - 60% MULHERES


No final do mês de Março último, as mulheres do distrito de Viseu representavam 60 por cento dos desempregados da região. Num universo absoluto de 17300 pessoas sem emprego, mais de metade, 10359, eram do sexo feminino. Com excepção do concelho de Carregal do Sal, onde a diferença entre homens e mulheres se cinge a uma pessoa, com desvantagem para os homens (116 para 115), em todos os outros municípios do distrito de Viseu, 23, se contribuiu para a disparidade do desemprego entre géneros.
As diferenças são mais pronunciadas em concelhos como os de Lamego (1190 mulheres desempregadas para 756 homens); S. Pedro do Sul (569 para 256); e de Viseu (2691 para 1992).
Diminuição de desempregados. Os números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) demonstram que também em Viseu, à semelhança do que sucedeu na generalidade dos distritos do país, o desemprego registou uma quebra de Fevereiro para Março e, ao contrário da realidade nacional, também de Janeiro para Fevereiro. Armamar, Oliveira de Frades, Penedono e Resende destoam dos restantes 20 municípios do distrito, com aumento ou manutenção do número de desempregados.A tendência decrescente no distrito recebeu o contributo da queda de desemprego, na globalidade, de homens e mulheres. Embora, relativamente ao sexo feminino, a diminuição nem sempre se tenha verificado em todos os concelhos. Em Armamar, Cinfães, Lamego, Moimenta da Beira, Oliveira de Frades, Penedono, Resende, Tabuaço e em Vouzela a realidade foi mais madrasta para as mulheres. Do lado dos homens, apenas em Resende e em S. João da Pesqueira se verificou idêntico panorama.
FONTE: JORNAL DO CENTRO

sexta-feira, novembro 17, 2006

GÁS NATURAL EM LAMEGO

A Criagás, empresa participada da Lena Gás Natural para a construção, instalação, montagem e manutenção de redes de gás, anuncia a construção de uma nova rede de distribuição de gás natural, no concelho de Lamego.
Este trabalho consiste na construção de uma rede de distribuição DN 160 e 110 e uma rede local DN 63. A obra foi adjudicada pela concessionária Beiragás, representando um investimento de 500 mil euros. A construção da rede de distribuição em Lamego tem início previsto para Dezembro e terá uma duração de nove meses. Esta rede de distribuição totaliza 11,6 quilómetros de rede e permitirá a execução de 118 ramais, que posteriormente farão chegar o gás natural a casa dos consumidores desta localidade.
A cidade de Lamego entra deste modo no conjunto das principais localidades portuguesas que têm acesso ao gás natural, considerada a energia do século XXI, uma vez que é o combustível mais limpo e a sua utilização, para além de ser mais económica, contribui para a protecção do ambiente.
Sobre a execução deste importante investimento no concelho, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Lopes, afirma que o mesmo “representa por um lado a confiança dos operadores de serviços públicos na importância urbana, dinamismo económico e potencial de crescimento da cidade de Lamego e por outro lado, significará um reforço da competitividade económica da cidade ao dispor de energia mais barata e mais limpa.
Sabendo-se que uma rede desta extensão provocará necessariamente obras em boa parte dos arruamentos da Cidade, procurar-se-á que a instalação das condutas de gás seja acompanhada de renovação das condutas de água e saneamento da câmara e de reposição ou renovação adequada dos pavimentos”. FONTE: NOTÍCIAS DE VILA REAL
VANTAGENS:
Conveniência: Porque o Gás Natural é canalizado, estando disponível 24h/dia, 365 dias/ano, deixa de ter preocupações com o pedido ou transporte de garrafas.
Economia: Nas utilizações domésticas diárias, como cozinhar, tomar duche ou aquecer a casa, o Gás Natural é mais económico que outros tipos de gás e que a electricidade, para utilizações equivalentes.

Segurança: Por ser mais leve que o ar, o Gás Natural dissipa-se facilmente em caso de ocorrer uma fuga. Além disso, será realizada uma inspecção à instalação de gás por uma entidade inspectora credenciada pela DGGE e ser-lhe-á entregue um certificado de inspecção.
Ambiente: Porque o Gás Natural vem directamente da natureza e é o combustível fóssil de queima mais limpa.

sexta-feira, novembro 10, 2006

LAMEGO - UM CONCELHO EM MUDANÇA

Uma cidade virada do avesso é o que vai acontecer em Lamego, nos próximos anos. Muitas obras e equipamentos de que a cidade necessita, depois de anos de marasmo e de uma situação financeira periclitante.

Saído de uma crise financeira grave, segundo o responsável pelo Município, Francisco Lopes, o Concelho de Lamego enfrenta o futuro com optimismo com a nova e dinâmica equipa autárquica. Aqui deixamos o mais importante de uma entrevista exclusiva ao Notícias de vila Real. Em fase adiantada para arranque estão obras respeitantes às acessibilidades.

Assim, quatro obras de requalificação urbana vão marcar o futuro da cidade. A primeira diz respeito à beneficiação desde a Rotunda até à Igreja do Desterro, obra que custará cerca de dois milhões de euros. Mas também a Av. 5 de Outubro vai, finalmente, ser requalificada prevendo-se gastar cerca de 850.000 euros.Na parte poente vai ser requalificada a Av. Defensores do Douro, desde o Hospital até ao Relógio do Sol. Esta obra tem um custo previsto de cerca de 600.000 euros.

Finalmente, a Av. Afonso Henriques, desde o Tribunal até à Adega, vai também ser objecto de intervenção, com um gasto previsto de três milhões e meio de euros. Já na área da habitação social vai ser adjudicada a construção de um bloco com 47 habitações, com um custo de cerca de dois milhões de euros.E as obras deste executivo não ficam por aqui.

Ao lado das actuais piscinas vai ser construído um novo complexo de piscinas com um custo de cerca de 2,5 milhões de euros.Outras obras previstas, ainda para este mandato, têm a ver com a requalificação do Largo da Vitória, do Largo do Ribeiro, a construção do Espaço Internet e a loja da Juventude. Acresce a obra da nova delegação do Centro de Recrutamento Militar.

Em termos de saneamento e reforço da rede de abastecimento de água, estão neste momento em curso sete empreitadas, em diversas freguesias. Por outro lado, prosseguem as obras do Teatro Ribeiro Conceição, que importam em cerca de três milhões de euros.

SITUAÇÃO FINANCEIRA CONTROLADA

Para conseguir financiamento para estas obras a Câmara renegociou a dívida que vinha dos mandatos anteriores. Assim, neste momento, a Câmara paga cerca de 100.000 euros por mês, para amortização da dívida. Diz o autarca lamecense que, entretanto, já foram pagas as dívidas referentes a 2003 e 2004 e também as realizadas até Maio de 2005. Acrescenta Francisco Lopes que a situação financeira da Câmara está controlada. Deste modo, referentes a este mandato, o Município apenas deve as contraídas de Maio até agora.

Por outro lado, as respeitantes a obras a ser realizadas com recurso a fundos comunitários, estão saldadas até Agosto passado. O Município entendeu criar a empresa municipal “Lamego Convida”, a qual vai ficar com a responsabilidade de gestão dos equipamentos desportivos, do Teatro e também, no geral, a política cultural da autarquia. Mas não se fica por aqui a actividade prevista por esta autarquia. Previstas estão também obras no Largo da Feira, que vai ter um parque subterrâneo, com obras que poderão elevar-se a 10 milhões de euros.

OBRAS NO CAMPO DO TABULADO

A criação de condições de trabalho para o pessoal da autarquia leva a que se estude a construção de um edifício técnico para a Câmara.A necessitar de obras de requalificação está o Campo do Tabulado, vulgo Jardim do Lamego, onde irá ser construído um parque subterrâneo. Também a fonte do Lamego regressará ao local onde se encontrava quase há um século atrás, em frente à Câmara.

Para tudo isto, diz Francisco Lopes, estão estudadas as condições de financiamento. Serão dinheiros da autarquia, financiamentos da administração central e comunitários e principalmente de privados, que não deixarão de se interessar por alguns destes projectos. Lamego avança para o futuro com os pés bem assentes e com projectos que a farão reconquistar algum do protagonismo perdido.

FONTE: NOTÍCIAS DE VILA REAL

NOVAS ETAR'S NO CONCELHO DE LAMEGO

As ETAR´s de Cambres e Sande, infra-estruturas que integram o Sistema Multimunicipal das Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro, já estão aptas a entrar em funcionamento, depois de terminada a fase de ensaios, com o objectivo de tratarem diariamente as águas residuais domésticas geradas pelos habitantes que residem nas suas áreas de influência. Estes importantes investimentos na área do saneamento básico visam dotar o município de Lamego de mais qualidade de vida solucionando em definitivo um problema crónico: a ausência de tratamento dos esgotos domésticos nas zonas rurais do concelho. A ETAR de Cambres está projectada para tratar as águas residuais de origem doméstica veiculadas pelo sistema de Cambres e que são produzidas nesta povoação e nas freguesias de Avões (Avões de Cá e Avões de Lá) e Ferreiros de Avões (Bairral, Canelas, Foz de Baixo, Foz de Cima, Morões de Cima, Morões de Baixo, Paço, Trás da Igreja e Varandas). Este equipamento servirá um equivalente populacional de 4840 habitantes, possuindo capacidade de tratamento para 897 m3 de águas residuais/ dia. Com o objectivo de eliminar os maus cheiros que são libertados nesta infra-estrutura também está prevista a instalação de um moderno sistema de desodorização. Por outro lado, a nova estação de tratamento situada na freguesia de Sande está projectada para tratar os efluentes drenados pelo sistema que serve esta freguesia. Irá servir um equivalente populacional de 1454 habitantes, apresentando capacidade de tratamento para 287 m3 de águas residuais/ dia. As duas ETAR´s, investimentos financiados pelos fundos de coesão, no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio, possuem um sistema que assegura que o efluente descarregado tem características compatíveis com os padrões de qualidade exigidos pela Lei portuguesa e Comunitária.Neste momento, o concelho de Lamego integra um vasto leque de infra-estruturas na área do saneamento básico adequadas para solucionar em definitivo o problema do tratamento de águas residuais. A instalação de equipamentos que assegurem uma cobertura eficaz de todo o município é considerada um investimento prioritário por parte da Câmara Municipal de modo a impulsionar o desenvolvimento saudável do município.
FONTE: CML site oficial

segunda-feira, outubro 30, 2006

OBRAS NA SERRA

A Câmara Municipal de Lamego está a levar a cabo a requalificação da zona envolvente ao Parque Biológico, tendo para o efeito asfaltado todo o seu perímetro. Uma obra importante para quem gosta de visitar a Serra das Meadas e não dispõe de um veículo todo-terreno. Esta obra está orçamentada em 66.045,91 €.

terça-feira, outubro 24, 2006

AEROPORTO DO DOURO

Falar em ligações aéreas regulares ao Douro poderia parecer pura utopia há dez anos. O aeródromo de Vila Real, bem como o de Bragança, embora mais distante, garantem actualmente esse acesso em pequenos aviões, e até já há autarcas a defender um aeroporto regional, com capacidade para voos charter. Essencialmente, o objectivo é abrir mais uma porta para a entrada de turistas, já que pensar em rentabilizá-lo comercialmente com as pessoas da região é uma autêntica miragem.
Um dos presidentes de Câmara que se inclinam perante esta ideia é o de Lamego. Francisco Lopes opina que o aeródromo de Vila Real é "suficiente" para as necessidades da região, nomeadamente, na ligação a Lisboa. Porém, acha que talvez já fossem horas de se começar a pensar na criação de um aeródromo ou aeroporto em Trás-os-Montes e Alto Douro, que permita "outro tipo de voos com maior capacidade".
O edil escolhe como potenciais interessados nestas carreiras aéreas as pessoas que são obrigadas a ir para o aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, quando o destino é precisamente o Douro. Francisco Lopes adianta mesmo que só o turismo fluvial implica vários voos semanais provenientes de diversos países da Europa, com destaque para a França. Não é líquido que o turismo do Douro seja totalmente elitista, mas é inegável que exige um bom poder de compra. Ora, os turistas que encaixam neste perfil certamente não se importariam de pagar para aterrar directamente na região.
Daí que a reivindicação de Francisco Lopes soe como música aos ouvidos de Artur Cascarejo, autarca de Alijó, que há muito vem reivindicando uma maior aposta do poder central na requalificação do aeródromo da Chã, naquele município. O Instituto Nacional de Aviação Civil também já reconheceu as potencialidades do local. "Todos sabemos que não há turismo de qualidade sem um bom acesso aéreo". De resto, Cascarejo já tinha visto os seus colegas da Associação de Municípios do Vale do Douro Norte reconhecer as potencialidades da infra-estrutura do seu concelho, definindo-o como o que estava em "melhores condições geográficas" para ser transformado num aeroporto regional. A própria autarquia alijoense já mandou elaborar o projecto e está a tratar, a expensas próprias, da rectificação e prolongamento da actual pista, para que possa ter um comprimento de 1300 metros.No entanto, o objectivo final é a construção de uma pista de três quilómetros com condições para outros voos.
FONTE: JORNAL DE NOTÍCIAS

quarta-feira, outubro 18, 2006

PAVIMENTAÇÕES NA CIDADE

Uma extensa lista de ruas e caminhos da cidade de Lamego, cujo piso se encontrava em muito mau estado de conservação, estão a ser pavimentados de modo a melhorar a circulação rodoviária no interior da cidade. A reabilitação da rede viária concretizada pela Câmara Municipal de Lamego abrange diversas zonas da cidade e implica um investimento global de 129.846 euros, mais IVA, repartido por três empreitadas. Agora é mais fácil, mais cómodo e mais seguro conduzir em Lamego.
As pavimentações com betão betuminoso abrangem as seguintes ruas ou arruamentos: Rua dos Bombeiros, Rua Eng. Eugénio do Vale, Rua Justino Pinto de Oliveira, Rua D. Dinis, Rua Major David Magno, o arruamento que liga o antigo Dispensário e o Lugar das Amoreiras e o arruamento da Encosta do Mártir (Lugar de Medelo). Em alguns locais, é necessário proceder à regularização do pavimento, por eliminação de depressões.A juntar a isto, já foi reabilitado o pavimento do estacionamento da Central de Camionagem, numa área correspondente a 2650 m2, e o troço da EM 522-1, que serve o Complexo Desportivo de Lamego, entre o cruzamento com o acesso ao Santuário dos Remédios e o cruzamento com a EM 522 (Arneiros), numa extensão de cerca de 620 metros.
Sobre os trabalhos de pavimentação de diversas acessibilidades da cidade de Lamego, o Presidente da Câmara Municipal, Francisco Lopes, afirma: “O conjunto destas intervenções enquadra-se no programa de reabilitação e melhoramento das estradas do município que esta autarquia está a promover, com prioridade para as estradas que se encontram degradadas e asseguram as ligações no interior do concelho. Procuramos deste modo aumentar os índices de conforto e de segurança dos automobilistas. No futuro, vamos continuar a aumentar o investimento nesta área com o objectivo de melhorar a qualidade de vida dos lamecenses”.
FONTE: CML Site Oficial
Se é verdade que muito ficará por fazer, também não será menos verdade que Lamego já não se via uma máquina asfaltadora, que não estivesse ao serviço de um qualquer empreiteiro, há muito, muito tempo. Tememos no entanto que não se tenham ainda criado infra-estruturas que evitem que no futuro se tenha de rebentar o pavimento para fazer passar o gás canalizado, a TV por cabo ou outro qualquer tubo... A 5 de Outubro é um bom exemplo disso.

domingo, outubro 15, 2006

URGÊNCIAS À DISTÂNCIA

O director do Hospital Distrital de Lamego (HDL) garante que “60 por cento dos doentes” da unidade hospitalar “ficam a mais de 45 minutos de um Serviço de Urgência Polivalente (SUP)” caso a proposta do Governo para a rede de serviços de urgências, que está em discussão pública até ao final do mês, se concretize tal qual está elaborada. Em causa estão “25 mil utentes”.
Um dado que pode ajudar a contrariar as metas definidas pela comissão técnica responsável pelo documento, nomeada pelo Ministério da Saúde, que preconiza que 90 por cento da população portuguesa deverá ter um “tempo de acessibilidade inferior a 45 minutos, até um Serviço de Urgência Médico Cirúrgica (SUMC) ou SUP” - a rede será constituída por três níveis de urgência: SUP, SUMC e Serviço de Urgência Básica (SUB), por ordem decrescente de qualificação.
Na região, Lamego está entre dois hospitais com SUP, o de Viseu e o de Vila Real. Na proposta técnica, as urgências do Hospital de Lamego perdem a actual qualificação de SUMC para se assumirem como SUB. O director do Hospital de Lamego, Marques Luís, avisa ainda que “25 por cento dos utentes” que a unidade serve “fica a mais de 30 minutos de um SUB”, quando a proposta de rede de urgências perspectiva um tempo de acessibilidade dentro de meia hora “até um qualquer ponto da rede de urgência” para 90 por cento da população do país. A reclamação de Marques Luís estende-se à classificação das urgências de Lamego. A desqualificação, de SUMC para urgência básica, não é o ponto crítico para o médico. “O HDL não pode ter SUMC por escassez de recursos”, admite, reclamando, ainda assim, a classificação de “urgência básica qualificada” que não está prevista no documento em discussão pública, mas que é um conceito que o ministro da Saúde admitia para Lamego, num “despacho de 15 de Março”.
A preocupação do clínico agudiza-se quando analisa a rede de transportes de doentes na região. “O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) não dispõe de capacidade para transportar doentes urgentes e emergentes, em tempo útil, para as urgências de Viseu ou de Vila Real”. “A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) [veículo de intervenção pré-hospitalar] de Viseu não ultrapassa Castro Daire e a de Vila Real não chega a Lamego” - alerta. (...)
FONTE: JORNAL DO CENTRO

sábado, outubro 14, 2006

PROPOSTA DE LEI DAS FINANÇAS LOCAIS

Depois das várias tentativas da maioria dos autarcas de forçarem o Governo a voltar atrás, e depois dos ataques da oposição, o executivo levou esta semana, à Assembleia da República, a proposta da nova Lei das Finanças Locais. O poder autárquico do distrito de Viseu, composto por 16 câmaras do PSD, quatro coligações PSD/CDS-PP e quatro do PS, está na sua maioria “revoltado” com a nova lei.
O aumento da desertificação que o Interior tem sido vítima, o impedimento de contratar novos trabalhadores, os benefícios dados aos concelhos mais populosos, o problema do endividamento e a “diminuição” da autonomia do poder local, são as principais críticas apontadas à proposta do executivo de José Sócrates. (...)
Ao contrário de Fernando Ruas que, com frequência, expressa a frase: “a saúde financeira de Viseu está bem e recomenda-se”, há muitos autarcas a braços com dificuldades em amortizar milhões de euros e que verão as contas complicadas com a entrada em vigor da nova Lei.
“No Concelho de Lamego, que está muito atrasado em termos de infraestruturas e equipamentos, afectará todas as áreas, nomeadamente as mais básicas como o abastecimento de água e saneamento, as acessibilidades, a requalificação urbana e os equipamentos elementares como biblioteca, piscinas cobertas e outros que ainda não existem”, desabafa o presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, para quem “a única vantagem desta lei seria a redução do défice público a partir do controlo do endividamento autárquico, o que não acontecerá porque o contributo do poder local para o défice público já é positivo”.(...)
FONTE: JORNAL DO CENTRO

quinta-feira, outubro 12, 2006

BLOCO DE PARTOS NÃO REABRE

Foi suspenso por apenas dois meses, mas parece que já não vai abrir. O bloco de partos de Lamego continua sem obstetras, e como a integração do hospital no centro hospitalar de Vila Real/Régua está para breve “não fazia sentido reabrir”.

O bloco de partos de Lamego, cujo funcionamento foi suspenso no início de Julho por um prazo de apenas dois meses, já não reabrirá, disse ontem à agência Lusa o director do hospital, Marques Luís.A 3 de Julho, o bloco de partos do hospital de Lamego suspendeu a sua actividade, por falta de obstetras, e a esmagadora maioria dos partos da região do Douro Sul passou a ser realizada no centro hospitalar de Vila Real/Régua.

“Como a integração do hospital de Lamego no centro hospitalar prevista no despacho do senhor ministro estará para muito breve e porque continuamos com apenas dois obstetras não fazia sentido reabrir”, justificou Marques Luís.Um despacho do ministro Correia de Campos, datado de Março, decidiu a manutenção do bloco de partos de Lamego até à sua integração no centro hospitalar Vila Real/Régua, que, na opinião de Marques Luís, deverá acontecer “até 1 de Dezembro, na pior das hipóteses”.No entanto, como um dos três obstetras que a maternidade de Lamego tinha se reformou a 30 de Abril, Correia de Campos admitiu que o bloco de partos poderia só estar a funcionar até finais de Junho.

Entretanto, o hospital de Lamego ainda abriu um concurso para colocação de dois obstetras e recebeu uma candidatura, mas o processo “não deverá ficar concluído antes do final do ano”. “A candidata entregou o currículo, é sua vontade tomar posse, só que o processo do concurso ainda não está concluído. Os concursos nunca demoram menos de três/quatro meses”, lamentou.

Marques Luís faz um balanço positivo destes meses, contando que o hospital de Lamego transfere “cada vez menos grávidas em trabalho de parto” para vila Real. “Noventa por cento das grávidas em trabalho de parto já vão directamente para Vila Real, que tem tido muito mais procura do que Viseu”, frisou. Segundo o mesmo responsável, esta situação demonstra que “as pessoas assimilaram muito melhor do que seria de esperar” a decisão de os partos da região passarem a ser feitos em Vila Real, dada alguma contestação que chegou a haver. “As grávidas têm optado esmagadoramente por Vila Real e não tem havido contestação”, sublinhou, acrescentando que apenas grávidas dos concelhos de Moimenta da Beira e de Sernancelhe optam por Viseu, o que também já acontecia antes da suspensão do bloco de partos. FONTE: O PRIMEIRO DE JANEIRO

sexta-feira, outubro 06, 2006

ECOPISTA INVIÁVEL

A construção da ecopista Lamego- Régua poderá estar em risco. A "invasão" da plataforma da linha por obras particulares e arruamentos em alguns dos seus pontos pode inviabilizar aquela que será provavelmente a única ciclovia com características vinhateiras.
A vontade da Câmara de Lamego em aproveitar o trilho da projectada mas nunca concretizada via férrea estreita Régua-Lamego, para ai instalar a ecopista, tem dois problemas que urgem ser resolvidos, no entender do seu presidente, Francisco Lopes. Um diz respeito ao facto "da plataforma onde se iam instalar os carris ser ainda propriedade do Estado". Outro diz respeito ao facto de "vários sítios do troço já terem sido invadidos por terrenos agrícolas, obras e até por arruamentos públicos". "Esta descontinuidade da linha pode comprometer o projecto", reconheceu. Mesmo com estas contrariedades, a Câmara de Lamego continua interessada no projecto.
Segundo apurámos, o levantamento topográfico está feito e a autarquia vai agora manter contactos com Direcção-Geral do Património para transferir o espaço da linha para o património municipal, para depois partir para uma outra fase do desenvolvimento do projecto. Entretanto, no terreno vai ser feita uma pesquisa, de modo a preservar alguns troços que possam garantir a efectivação da Ecopista que poderá ligar as cidades de Lamego e da Régua. FONTE: JORNAL DE NOTÍCIAS