quinta-feira, abril 05, 2007

ALDEIA SOCIAL

“Promover melhor qualidade de vida intergeracional” é o objectivo da Santa Casa de Misericórdia de Lamego, ao construir, nesta cidade, a “Aldeia Social” que será localizada no lugar de Medelo.
Trata-se de um empreendimento que comporta várias unidades sociais. Algumas a construír, nomeadamente um Lar Residencial para Idosos, o qual terá uma piscina, um auditório, salas de sauna e um pavilhão polidesportivo.
Tudo isto, depois de concluído, irá juntar-se a outras estruturas sociais, já existentes, como são um Jardim-de-Infância, Creche e Lar de Acolhimento de crianças. Também na mata de quatro hectares, adjacente ao futuro Lar /Residencial de Idosos, serão implantados percursos pedonais.
O Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Lamego, José Lopes, vê vantagens na implementação deste projecto: “Penso que o enquadramento do próprio edifício, no local, é extremamente benéfico. O Lar não fica isolado da população, convive com os mais jovens, dentro do mesmo perímetro, ou seja, uma mais-valia, em termos de interacções geracionais. Estamos convictos de que será um equipamento de que as pessoas vão gostar e a Santa Casa vai ficar muito orgulhosa de poder dar, à cidade, este equipamento. Noto que não há na cidade nem na região um equipamento como este” – acrescentou.
A instituição para a construção desta unidade residencial apresentou uma candidatura, em Fevereiro, ao Programa PARES, do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social. “Acreditamos que iremos ser seleccionados” – sublinhou José Lopes.
O novo Lar/ Residencial está orçado em um milhão e seiscentos mil euros e será destinado a quarenta utentes. Possuirá algumas “suites” e quartos duplos. Outra obra candidatada, mas à CCDRN-Norte, foi o Polidesportivo, no montante de trinta e cinco mil euros. Como espera José Lopes, “se tudo correr bem, ambas as obras irão começar até ao final do ano”.
FONTE: VOZ DE TRÁS-OS-MONTES

15 comentários:

Anónimo disse...

faz mais a santa casa com menos recursos que a camara.

Murilovsky disse...

As minhas felicitações à capacidade de empreendimento do Dr José Lopes.
Aqui está uma forma de criar postos de trabalho e uma dinãmica geradora de emprego e riqueza.

Ricardo disse...

Espero, de facto, que tal investimento para além da finalidade nobre que preconiza, crie então esses tais postos de trabalho. São bem necesários.

Necessária é também a fiscalização das condições em que se executará a prestação desse trabalho, como das condições em que se executa todo o trabalho na região em que nos encontramos.
Isto a propósito de entidades que, eventualmente, poderão vir a desaparecer de Lamego.

Ricardo disse...

Ex.mos Senhores do Lamego em Foco:

Se de facto já foi posta em discussão a questão do emprego, ou a falta dele, na nossa região, fundamental se torna que se abra espaço a uma questão não menos importante.

As consequências da falta de emprego na nossa região são bem mais graves do que num primeiro momento pode parecer.

É que não só nos devemos preocupar com quem se vê com a dificuldade de obter emprego, mas também com aqueles que, porque a oferta de emprego é escassa, se sujeitam a deficientes condições de trabalho, calando direitos que legalmente lhe são atribuídos.

Se não se sujeitam a condições inferiores àquelas a que a lei laboral lhes concede, nomeadamente no que diz respeito a horário de trabalho, vencimentos mínimos, subsídios, trabalho suplementar, nocturno, segurança social, segurança e saúde, etc. ver-se-ão privados da possibilidade de trabalhar, porque para aquele posto de trabalho, haverá muita gente que não se importará de o ocupar em condições inferiores, só para poder ganhar algum.

É que as necessidades que levam o trabalhador e o empregador a celebrar um contrato de trabalho são diferentes:
- para o trabalhador é a subsistência própria e familiar.
- para o empregador o preenchimento de um posto de trabalho

Sabemos que as condições do mercado de trabalho são mais desfavoráveis ao trabalhador (como sabemos o trabalhador precisa de trabalhar para sobreviver, no entanto, depara-se com a dificuldade de encontrar emprego)Toda a gente sabe que é difícil encontrar emprego hoje em dia.


Por ser difícil de encontrar emprego e as pessoas terem necessidade de trabalhar para sobreviver, muitas vezes os empregadores aproveitam-se dessa situação para conseguir terem pessoas a trabalhar para si em condições inferiores (exigindo ao trabalhador trabalhar mais horas do que o legalmente permitido, pagando salários inferiores aos correspondentes às funções que o trabalhador desempenha, etc.).

Seria, de facto, interessante e de grande utilidade dar oportunidade aos trabalhadores que se vêem em situações como as referidas de manifestar o seu descontentamento relativamente a uma questão que lhes ocupa a maior parte do dia - e da sua existência.

ricardo disse...

Em complemento do referido por Murilovsky

"As minhas felicitações à capacidade de empreendimento do Dr José Lopes.
Aqui está uma forma de criar postos de trabalho e uma dinãmica geradora de emprego e riqueza".

Na verdade, pode ser e é uma situação geradora de emprego e riqueza, mas veja o "post" relativo ao encerramento dos jardins de infância e concluirá que outros tantos postos de trabalho serão extintos!!!

Canário disse...

Sr. Ricardo (às 4:48), é verdade que se extinguem postos de trabalho com o encerramento dos jardins de infancia mas, onde se vão buscar crianças para colocar no jardim de infancia da Aldeia Sosial da Santa casa?

olho vivo disse...

O Dr. José Lopes é que devia ser o Presidente da Câmara de Lamego.

Anónimo disse...

Sabias que o Dr.? José Lopes, como Provedor da Santa Casa da Misericórdia, permitiu que um casal com cerca de 85 anos viver numa casa pertença daquela Misericórdia, sem possuírem um minimo de habitabilidade, que qualquer ser humano deve ter ???
Pensem nisso...

Anónimo disse...

Não é verdade...

Anónimo disse...

Caro anónimo disse do dia 12/04 8,30 horas...NÃO É VERDADE.
Emdeterminada rua da cidade de Lamego, exieste cartaz, informando que aquele edeficio está à venda.
Como cidaqdão natural de Lamego, fui informado, que o mesmo era pertença da Santa Casa da Misericórdia de Lamego.
Dirigindo-me à secretaria daquela Instituiçao, cujo Provedor é o Sr.Dr José Lopes; pedi que me fosse mostrado todo o interior do edificio, pois, julgava estar em condições de habitabilidade.
PURA ILUSÃO...
Perguntei ao funcionário, qual o tempo em que o edificio deixou de ser habitada. Resposta... há cerca de seis meses.
INCRIVÉL, INCRIVÉL.
Mas, caro anónimo said.
Deve saber, que existe Legislação especifica respeitante a habitabilidade, Regime de Arrendamento Urbano (RAU) D.L.nº.321-B/90 de 222/12, com as aletrações neste introduzidas.
Pergunta-se ao Sr.Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lamego -Dr. José Lopes-, esta Instituição, vem cumprindo o que está Legislado para o efeito?
NÃO...NÃO e NÃO.
E se assim é, exiba documentação que comprove que os edificios pertença da Santa Casa, possuêm as respectivas licenças , etc., etc..
FACTOS, são Factos.
Se o caro anónimo pertender alimentar as inverdades, terei todo o prazer deo informar de outras situações, que em nada abonam a Santa Casa da Misericórdia de Lamego, como Intituição de Solidaridade Social.

Anónimo disse...

Não acredito...

Anónimo disse...

Se não acredita...
Pergunte aos inquilinos que residem nos prédios da Santa Casa da Misericórdia de Lamego.
Como eu, o caro anónimo, tambêm pode ir verificar a veracidade dos factos, pedindo que lhe mostrêm os vários edificios que aquela Instituição tem à venda.

Anónimo disse...

Onde ???
Deve haver aí um grande equivoco!!!

Anónimo disse...

Será ingenuidade???
Ou está a querer defender alguêm ???

Anónimo disse...

QUEREMOS A APITIL! MAIS DINEHIRO PARA O CHUPISTA! MAIS DINEHIRO PARA O QUE MANDA NO XIQUINHO DA RÉGUA!