
segunda-feira, novembro 20, 2006
DESEMPREGO - 60% MULHERES

sexta-feira, novembro 17, 2006
GÁS NATURAL EM LAMEGO
Este trabalho consiste na construção de uma rede de distribuição DN 160 e 110 e uma rede local DN 63. A obra foi adjudicada pela concessionária Beiragás, representando um investimento de 500 mil euros. A construção da rede de distribuição em Lamego tem início previsto para Dezembro e terá uma duração de nove meses. Esta rede de distribuição totaliza 11,6 quilómetros de rede e permitirá a execução de 118 ramais, que posteriormente farão chegar o gás natural a casa dos consumidores desta localidade.Segurança: Por ser mais leve que o ar, o Gás Natural dissipa-se facilmente em caso de ocorrer uma fuga. Além disso, será realizada uma inspecção à instalação de gás por uma entidade inspectora credenciada pela DGGE e ser-lhe-á entregue um certificado de inspecção.
sexta-feira, novembro 10, 2006
LAMEGO - UM CONCELHO EM MUDANÇA
Saído de uma crise financeira grave, segundo o responsável pelo Município, Francisco Lopes, o Concelho de Lamego enfrenta o futuro com optimismo com a nova e dinâmica equipa autárquica. Aqui deixamos o mais importante de uma entrevista exclusiva ao Notícias de vila Real. Em fase adiantada para arranque estão obras respeitantes às acessibilidades.Assim, quatro obras de requalificação urbana vão marcar o futuro da cidade. A primeira diz respeito à beneficiação desde a Rotunda até à Igreja do Desterro, obra que custará cerca de dois milhões de euros. Mas também a Av. 5 de Outubro vai, finalmente, ser requalificada prevendo-se gastar cerca de 850.000 euros.Na parte poente vai ser requalificada a Av. Defensores do Douro, desde o Hospital até ao Relógio do Sol. Esta obra tem um custo previsto de cerca de 600.000 euros.
Finalmente, a Av. Afonso Henriques, desde o Tribunal até à Adega, vai também ser objecto de intervenção, com um gasto previsto de três milhões e meio de euros. Já na área da habitação social vai ser adjudicada a construção de um bloco com 47 habitações, com um custo de cerca de dois milhões de euros.E as obras deste executivo não ficam por aqui.
Ao lado das actuais piscinas vai ser construído um novo complexo de piscinas com um custo de cerca de 2,5 milhões de euros.Outras obras previstas, ainda para este mandato, têm a ver com a requalificação do Largo da Vitória, do Largo do Ribeiro, a construção do Espaço Internet e a loja da Juventude. Acresce a obra da nova delegação do Centro de Recrutamento Militar.
Em termos de saneamento e reforço da rede de abastecimento de água, estão neste momento em curso sete empreitadas, em diversas freguesias. Por outro lado, prosseguem as obras do Teatro Ribeiro Conceição, que importam em cerca de três milhões de euros.
SITUAÇÃO FINANCEIRA CONTROLADA
Para conseguir financiamento para estas obras a Câmara renegociou a dívida que vinha dos mandatos anteriores. Assim, neste momento, a Câmara paga cerca de 100.000 euros por mês, para amortização da dívida. Diz o autarca lamecense que, entretanto, já foram pagas as dívidas referentes a 2003 e 2004 e também as realizadas até Maio de 2005. Acrescenta Francisco Lopes que a situação financeira da Câmara está controlada. Deste modo, referentes a este mandato, o Município apenas deve as contraídas de Maio até agora.
Por outro lado, as respeitantes a obras a ser realizadas com recurso a fundos comunitários, estão saldadas até Agosto passado. O Município entendeu criar a empresa municipal “Lamego Convida”, a qual vai ficar com a responsabilidade de gestão dos equipamentos desportivos, do Teatro e também, no geral, a política cultural da autarquia. Mas não se fica por aqui a actividade prevista por esta autarquia. Previstas estão também obras no Largo da Feira, que vai ter um parque subterrâneo, com obras que poderão elevar-se a 10 milhões de euros.
OBRAS NO CAMPO DO TABULADO
A criação de condições de trabalho para o pessoal da autarquia leva a que se estude a construção de um edifício técnico para a Câmara.A necessitar de obras de requalificação está o Campo do Tabulado, vulgo Jardim do Lamego, onde irá ser construído um parque subterrâneo. Também a fonte do Lamego regressará ao local onde se encontrava quase há um século atrás, em frente à Câmara.
Para tudo isto, diz Francisco Lopes, estão estudadas as condições de financiamento. Serão dinheiros da autarquia, financiamentos da administração central e comunitários e principalmente de privados, que não deixarão de se interessar por alguns destes projectos. Lamego avança para o futuro com os pés bem assentes e com projectos que a farão reconquistar algum do protagonismo perdido.
FONTE: NOTÍCIAS DE VILA REAL
NOVAS ETAR'S NO CONCELHO DE LAMEGO
As ETAR´s de Cambres e Sande, infra-estruturas que integram o Sistema Multimunicipal das Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro, já estão aptas a entrar em funcionamento, depois de terminada a fase de ensaios, com o objectivo de tratarem diariamente as águas residuais domésticas geradas pelos habitantes que residem nas suas áreas de influência. Estes importantes investimentos na área do saneamento básico visam dotar o município de Lamego de mais qualidade de vida solucionando em definitivo um problema crónico: a ausência de tratamento dos esgotos domésticos nas zonas rurais do concelho. A ETAR de Cambres está projectada para tratar as águas residuais de origem doméstica veiculadas pelo sistema de Cambres e que são produzidas nesta povoação e nas freguesias de Avões (Avões de Cá e Avões de Lá) e Ferreiros de Avões (Bairral, Canelas, Foz de Baixo, Foz de Cima, Morões de Cima, Morões de Baixo, Paço, Trás da Igreja e Varandas). Este equipamento servirá um equivalente populacional de 4840 habitantes, possuindo capacidade de tratamento para 897 m3 de águas residuais/ dia. Com o objectivo de eliminar os maus cheiros que são libertados nesta infra-estrutura também está prevista a instalação de um moderno sistema de desodorização. Por outro lado, a nova estação de tratamento situada na freguesia de Sande está projectada para tratar os efluentes drenados pelo sistema que serve esta freguesia. Irá servir um equivalente populacional de 1454 habitantes, apresentando capacidade de tratamento para 287 m3 de águas residuais/ dia. As duas ETAR´s, investimentos financiados pelos fundos de coesão, no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio, possuem um sistema que assegura que o efluente descarregado tem características compatíveis com os padrões de qualidade exigidos pela Lei portuguesa e Comunitária.Neste momento, o concelho de Lamego integra um vasto leque de infra-estruturas na área do saneamento básico adequadas para solucionar em definitivo o problema do tratamento de águas residuais. A instalação de equipamentos que assegurem uma cobertura eficaz de todo o município é considerada um investimento prioritário por parte da Câmara Municipal de modo a impulsionar o desenvolvimento saudável do município. segunda-feira, outubro 30, 2006
OBRAS NA SERRA
A Câmara Municipal de Lamego está a levar a cabo a requalificação da zona envolvente ao Parque Biológico, tendo para o efeito asfaltado todo o seu perímetro. Uma obra importante para quem gosta de visitar a Serra das Meadas e não dispõe de um veículo todo-terreno. Esta obra está orçamentada em 66.045,91 €. terça-feira, outubro 24, 2006
AEROPORTO DO DOURO
quarta-feira, outubro 18, 2006
PAVIMENTAÇÕES NA CIDADE
domingo, outubro 15, 2006
URGÊNCIAS À DISTÂNCIA
O director do Hospital Distrital de Lamego (HDL) garante que “60 por cento dos doentes” da unidade hospitalar “ficam a mais de 45 minutos de um Serviço de Urgência Polivalente (SUP)” caso a proposta do Governo para a rede de serviços de urgências, que está em discussão pública até ao final do mês, se concretize tal qual está elaborada. Em causa estão “25 mil utentes”.FONTE: JORNAL DO CENTRO
sábado, outubro 14, 2006
PROPOSTA DE LEI DAS FINANÇAS LOCAIS
Depois das várias tentativas da maioria dos autarcas de forçarem o Governo a voltar atrás, e depois dos ataques da oposição, o executivo levou esta semana, à Assembleia da República, a proposta da nova Lei das Finanças Locais. O poder autárquico do distrito de Viseu, composto por 16 câmaras do PSD, quatro coligações PSD/CDS-PP e quatro do PS, está na sua maioria “revoltado” com a nova lei. quinta-feira, outubro 12, 2006
BLOCO DE PARTOS NÃO REABRE
O bloco de partos de Lamego, cujo funcionamento foi suspenso no início de Julho por um prazo de apenas dois meses, já não reabrirá, disse ontem à agência Lusa o director do hospital, Marques Luís.A 3 de Julho, o bloco de partos do hospital de Lamego suspendeu a sua actividade, por falta de obstetras, e a esmagadora maioria dos partos da região do Douro Sul passou a ser realizada no centro hospitalar de Vila Real/Régua. “Como a integração do hospital de Lamego no centro hospitalar prevista no despacho do senhor ministro estará para muito breve e porque continuamos com apenas dois obstetras não fazia sentido reabrir”, justificou Marques Luís.Um despacho do ministro Correia de Campos, datado de Março, decidiu a manutenção do bloco de partos de Lamego até à sua integração no centro hospitalar Vila Real/Régua, que, na opinião de Marques Luís, deverá acontecer “até 1 de Dezembro, na pior das hipóteses”.No entanto, como um dos três obstetras que a maternidade de Lamego tinha se reformou a 30 de Abril, Correia de Campos admitiu que o bloco de partos poderia só estar a funcionar até finais de Junho.
Entretanto, o hospital de Lamego ainda abriu um concurso para colocação de dois obstetras e recebeu uma candidatura, mas o processo “não deverá ficar concluído antes do final do ano”. “A candidata entregou o currículo, é sua vontade tomar posse, só que o processo do concurso ainda não está concluído. Os concursos nunca demoram menos de três/quatro meses”, lamentou.
Marques Luís faz um balanço positivo destes meses, contando que o hospital de Lamego transfere “cada vez menos grávidas em trabalho de parto” para vila Real. “Noventa por cento das grávidas em trabalho de parto já vão directamente para Vila Real, que tem tido muito mais procura do que Viseu”, frisou. Segundo o mesmo responsável, esta situação demonstra que “as pessoas assimilaram muito melhor do que seria de esperar” a decisão de os partos da região passarem a ser feitos em Vila Real, dada alguma contestação que chegou a haver. “As grávidas têm optado esmagadoramente por Vila Real e não tem havido contestação”, sublinhou, acrescentando que apenas grávidas dos concelhos de Moimenta da Beira e de Sernancelhe optam por Viseu, o que também já acontecia antes da suspensão do bloco de partos. FONTE: O PRIMEIRO DE JANEIRO
sexta-feira, outubro 06, 2006
ECOPISTA INVIÁVEL
quinta-feira, setembro 28, 2006
LAMEGO - SAÚDE EM BAIXA
O Centro de Saúde de Lamego (CSL) está desadequado em termos de espaço e funcionalidade do edifício, alerta Sérgio Taveira, director desta unidade de saúde. Defende que o ideal seria existirem duas unidades de saúde modernas, funcionais, adequadas à população, à semelhança do que se pode encontrar actualmente nos concelhos vizinhos.Segundo o responsável, as instalações do edifício não proporcionam boas condições de trabalho aos seus profissionais, em parte devido à elevada concentração de utentes nas áreas de atendimento e salas de espera, contribuindo para o excesso de ruído e alguma sensação de desorganização.«Esses factores perturbam um atendimento que gostaríamos que fosse mais personalizado e de melhor qualidade», refere este profissional, que garante haver «queixas frequentes dos utentes em relação às dificuldades sentidas na marcação de consultas, o tempo excessivo gasto nas filas quer para marcação de consultas quer para validação do receituário, do desconforto das salas de espera, particularmente no piso -1».
O Centro de Saúde de Lamego foi construído há cerca de 19 anos. Desde então, passou por algumas obras de melhoria, no que toca ao conforto dos utentes e profissionais e a instalação de aquecimento. Inicialmente foi projectado para servir uma população de cerca de 12 mil pessoas, mas actualmente ultrapassou a sua capacidade em mais de 50%, servindo 18500 utentes. Destes, mais de 1600 estão sem médico de família. Ao todo, o Centro de Saúde atende cerca de 300 utentes por dia. Este número não contabiliza os doentes para tratamento, vacinação, actos administrativos, consultas e microrradiografias efectuadas no Centro de Diagnóstico Pneumológico.No primeiro piso há seis gabinetes médicos e dois de enfermagem. A área administrativa e a saúde pública, além da direcção, estão situadas no piso zero. No piso -1, estão mais três gabinetes médicos, a sala de tratamentos e de vacinação e dois gabinetes de enfermagem. No piso -2, encontra-se o Centro de Diagnóstico Pneumológico, o serviço social, biblioteca e gabinete de enfermagem. Os automóveis do CSL ficam estacionados à porta, pois não há estacionamento próprio.
Nas instalações trabalham dez médicos, 11 enfermeiros, dois técnicos, oito administrativos e mais cinco profissionais de outras áreas, num total de 36 pessoas.«As actuais instalações não têm condições. A sala de espera do piso -1 é muito desconfortável. Conheço as unidades de alguns concelhos vizinhos, onde pode-se desempenhar bem o nosso trabalho. Este é uma das poucas unidades que não foi renovada. Precisamos de um ambiente tranquilo, organizado, com melhores divisões, para que possamos desempenhar melhor o nosso trabalho. Além disso, notámos um aumento significativo dos utentes e já não podemos comportar essa demanda», afirma o director.Sérgio Taveira recorda ainda que o Centro de Saúde foi projectado para servir uma população muito menos numerosa, tendo, portanto, «cumprido a sua missão». FONTE: JORNAL DIGITAL
quarta-feira, setembro 27, 2006
POLÍTICA DO ALMEDINA - A FONTE
O caso está a gerar polémica e no fontanário não há qualquer aviso a alertar para a perigosidade da água.Por ser considerada de “grande qualidade”, a água daquela fonte sempre foi muito procurada pelos habitantes de Lamego e dos concelhos limítrofes. No entanto, em Fevereiro de 2005 essa qualidade foi afectada pelos trabalhos de uma obra de construção civil.“A partir dessa altura, a água não voltou a ser a mesma, pelo que nós decidimos canalizar para a fonte a água de uma mina que fica a montante da antiga”, disse ontem ao CM António Lourenço, presidente da Junta de Freguesia de Almacave.Mas, nas três análises que o Centro de Saúde de Lamego efectuou este ano, o resultado foi sempre o mesmo: “Não está em conformidade com a legislação em vigor.” Na lista de fontes afixada na unidade de Saúde, a de Almedina está considerada como “imprópria”.Rui Clemêncio, técnico de Saúde Ambiental do Centro de Saúde de Lamego e responsável pela realização das análises, é categórico ao afirmar que a água “não está em condições”, aconselhando as pessoas a não a beber: “A água está imprópria e pode afectar a saúde dos seus consumidores. Tem bactérias coliformes em valores fora do normal.”As autarquias têm uma posição diferente. Os presidentes da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, e da Junta de Almacave, António Lourenço, garantiram ontem que as últimas análises efectuadas pelo Município indicam que a água “está muito próxima de estar boa”. “Hoje [ontem] já mandámos fazer mais análises que poderão atestar, objectivamente, que a água está mesmo boa”, diz António Lourenço, fazendo questão em mostrar que bebe água daquela fonte “todos os dias”.O presidente da Câmara de Lamego adianta que é “possível” que os valores da água “sejam alterados de semana para semana”. “É uma coisa que não podemos controlar, mas a autarquia tudo vai fazer para garantir a qualidade da água, que nunca pôs em perigo a saúde dos seus consumidores”, referiu Francisco Lopes, que na semana passada esteve na fonte e bebeu da sua água.Os autarcas garantem que sempre que a água não está potável é colocada na fonte uma placa avisadora, mas que é retirada horas depois por desconhecidos. FONTE: Correio da Manhã
segunda-feira, setembro 25, 2006
LEI DA ROLHA
Os municípios de Lamego e Barcelos, cujos hospitais ficaram recentemente sem bloco de partos, acusam o ministro Correia de Campos de impor silêncio aos responsáveis pelas unidades de saúde locais. O presidente da Assembleia Municipal de Lamego escreveu já ao ministro da Saúde lamentando a situação e o mesmo responsável de Barcelos emitiu um comunicado onde afirma a suspeita de que "outros serviços" do hospital da cidade poderão vir a encerrar.domingo, setembro 24, 2006
PRAIAS FLUVIAIS
A Câmara Municipal de Lamego pretende criar três praias fluviais no concelho, com vista a colmatar uma carência que existe ao nível desta infra-estrutura turística de lazer.De acordo com o Jornal de Notícias, para o lugar da Ponte, na freguesia da Sé, está prevista a criação de uma praia no Rio Balsemão. Já existe um estudo prévio e estão a decorrer negociações para a aquisição de terrenos das margens daquele rio.Segundo a mesma fonte, mais a Norte, entre Penude e Arneiros, e no mesmo rio, está prevista a criação de outra praia. Esta empreitada apenas terá início quando ficar concluída a construção da Barragem de Petrarouca, integrada no sistema multimunicipal de abastecimento de água das Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro. Está ainda prevista outra zona de lazer fluvial para a Barragem de Bagaúste, na freguesia de Parada do Bispo. Para este local está prevista a criação de um espaço para banhos e com condições que sirvam para o acolhimento de embarcações.A autarquia estima que as três praias fluviais naturais estejam prontas em 2009.


