A intervenção na Av. 5 de Outubro contemplará a renovação integral das infra-estruturas de águas e saneamento, a instalação de rede de gás natural e a remodelação da iluminação pública e do mobiliário urbano. Com o objectivo de completar esta profunda renovação, também será beneficiado o espaço público à superfície “em termos de atractividade e actualidade para os residentes da zona e utilizadores do comércio tradicional”.sábado, maio 19, 2007
REQUALIFICAÇÃO DA AV. 5 DE OUTUBRO
A intervenção na Av. 5 de Outubro contemplará a renovação integral das infra-estruturas de águas e saneamento, a instalação de rede de gás natural e a remodelação da iluminação pública e do mobiliário urbano. Com o objectivo de completar esta profunda renovação, também será beneficiado o espaço público à superfície “em termos de atractividade e actualidade para os residentes da zona e utilizadores do comércio tradicional”.ESCADÓRIO POR MANUEL REFORMADO
sábado, maio 12, 2007
quarta-feira, maio 09, 2007
SELECÇÃO NACIONAL DE VOLEIBOL EM LAMEGO
O estágio enquadra-se no programa de preparação do Torneio dos 60 Anos da Federação Portuguesa de Voleibol e da Liga Europeia de 2007 (cuja fase final se realiza em Portimão, em Julho), englobando vários jogos entre as três selecções, a realizar no Pavilhão Álvaro Magalhães e nas instalações desportivas do Colégio de Lamego.segunda-feira, maio 07, 2007
RAPOSEIRA VAI TER MUSEU DO ESPUMANTE

Não há lar em Portugal onde o nome Raposeira não seja sinónimo de festa. Seja de aniversário, de casamento ou de baptizado. Aliás, esse é um dos grandes pontos fracos do espumante... a sua associação a momentos festivos, o que concede um cariz excessivamente sazonal às vendas.
Ao contrário do champanhe, cujo método de produção é repetido, na perfeição, para dar origem ao espumante (só o vinho produzido na região demarcada de Champagne, em França, pode usar essa designação), e do vinho cava (o espumante espanhol da região da Catalunha). "Em Champagne quase não se vendem vinhos tintos ou brancos. As pessoas acompanham uma refeição completa com champanhe e na Catalunha é o mesmo. À noite, em tudo quanto é espaço, seja tabernas, bares ou restaurantes, há cava a flute ou a copo", garante Orlando Lourenço, administrador da Raposeira e da Murganheira.
Em Portugal, há ainda um longo caminho a percorrer na educação do consumidor para o consumo regular de espumante. Isto apesar das muitas iniciativas de promoção e educação que as duas empresas tentam fazer junto dos restaurantes e hotéis no sentido de que o espumante seja sugerido ao cliente como aperitivo, no início da refeição, ou mesmo acompanhando-a do princípio ao fim.Aprender com os espanhóisMas Orlando Lourenço reconhece que ainda temos muito a aprender com os nossos vizinhos espanhóis. Basta ver que das 2,4 milhões de garrafas de espumante Raposeira e 1,2 milhões de Murganheira vendidas anualmente, só uma percentagem muito pequena, da ordem dos 10 a 15%, se destina aos mercados externos. "A Catalunha tem sete milhões de habitantes, produz 280 milhões de garrafas de vinho cava por ano e consegue exportar 175 milhões de garrafas. É o maior exportador de espumante do mundo, enquanto nós, em Portugal, não conseguimos sequer que se consumam 10 milhões de garrafas por ano", queixa-se este responsável.
A nível interno, a diferença está no facto de os espanhóis terem conseguido dar ao cava a designação de "bebida nacional", diz Orlando Lourenço. E a nível externo? "Não conseguimos ser competitivos a nível de preço, nomeadamente porque eles têm factores de produção mais baratos do que os nossos, porque recebem ajudas à exportação dos governos autonómicos e porque fazem prevalecer a legislação nacional à comunitária", assegura. Veja-se o caso dos vinhos Asti italianos. "Aparecem no mercado com 6,5 e 7 graus quando a legislação obriga a que os espumantes tenham de ter mais de 12 graus de álcool. É difícil concorrer assim", sublinha Orlando Lourenço.
Isto já para não falar dos "tiros no pé" do sector da restauração. "Em Portugal, uma garrafa de espumante custa num restaurante 400% mais do que na origem, quando na Catalunha os produtores conseguiram acordos com a associação de restauração para que sejam praticadas, no máximo, margens de lucro de 30 a 35%. É fácil encontrar uma boa garrafa de cava por sete, oito ou dez euros na Catalunha, enquanto em Portugal encomendar um topo de gama da Raposeira ou da Murganheira é uma tragédia para o bolso do consumidor", critica. E a verdade é que a Murganheira desenvolveu, inclusive, uma rolha especial para favorecer a venda de espumante a copo nos restaurantes.
Mas nem assim. "Se se abre uma garrafa de espumante num restaurante, todos se viram para ver se alguém está a fazer anos", constata Orlando Lourenço.Apesar disso, a verdade é que um longo caminho foi já percorrido e a Murganheira conseguiu libertar-se um pouco dessa associação aos momentos festivos. Não só conseguiu que cerca de 40% das vendas sejam realizadas no decorrer do primeiro semestre, como conseguiu fazer subir a fasquia no tipo de venda. "Aproximadamente metade do que vendemos é dos vários tipos de espumante bruto, sem dúvida o mais aproximado ao champanhe", reconhece o administrador da empresa. Na Raposeira, há ainda um longo caminho a percorrer, já que os brutos não representam mais de 15% das vendas.
A Raposeira é líder de mercado em quantidade, mas à Murganheira compete uma certa liderança no domínio da qualidade, apresentando produtos 20 a 25% mais caros. A empresa aposta também em tempos de estágio três a quatro vezes superiores aos definidos por lei e tem uma propriedade de 25 hectares onde plantou castas específicas do champanhe, designadamente pinot noir e chardonay, para além das castas tradicionais do Douro, como a malvasia fina, a touriga nacional e a tinta roriz, entre outras. Aliás, o que Orlando Lourenço sabe sobre o bem fazer do espumante aprendeu-o na sua formação na Station Oenotechnique de Champagne.
Sendo certo que a Raposeira sempre teve milhares de visitantes, por tradição, o museu, com abertura prevista para 2008, servirá para potenciar ainda mais essa componente. Mas esta área vai ser reforçada com um projecto na área do turismo e da vinoterapia, com um grande hotel e um espaço multiusos para festas e recepções. O projecto é do arquitecto Capinha Lopes e envolve um investimento de "alguns milhões de euros". "Estamos a ver como é que o mercado responde. Não queremos caminhar depressa de mais". FONTE: DIÁRIO DE NOTÍCIAS
segunda-feira, abril 30, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
CONFRARIA NACIONAL DO ESPUMANTE
O Mosteiro de S. João de Tarouca foi o palco escolhido para a cerimónia de entronização dos confrades da Confraria Nacional do Espumante., com recepção e entrega da respectiva indumentária. Estiveram presentes, além do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, diversas personalidades da região, tais como os bispos de Lamego e de Aveiro, o secretário de Estado do Turismo, o presidente da Região do Turismo Douro Sul e os presidentes das câmaras de Lamego, Moimenta da Beira, Mêda, Tabuaço, Armamar, Macedo de Cavaleiros e Tarouca. Teve simultaneamente lugar o I Congresso da Confraria Nacional do Espumante, com intervenções de José Hermano Saraiva e Dias Cardoso. O antigo ministro da Agricultura, Arlindo Cunha, foi eleito Mestre Principal da Confraria. A Confraria do Espumante, agora constituída é “uma associação cultural, de âmbito nacional, sem fins lucrativos, para utilidade pública e pessoa jurídica de direito privado, funcionando por tempo indeterminado”. A Confraria escolheu S. Bernardo como patrono e tem como lema: “ Ab imo corde laetemur”, ou seja, “do fundo do coração, alegremo-nos!”.
terça-feira, abril 24, 2007
MEDALHA DE OURO PARA DURÃO BARROSO
quinta-feira, abril 19, 2007
FEIRA DE SANTA CRUZ
domingo, abril 15, 2007
ESCOLA DE HOTELARIA E TURISMO DE LAMEGO
Nos próximos anos, serão criados cerca de mil e cem postos de trabalho, no Douro, graças aos vários investimentos previstos para a região.
Estes números foram anunciados pelo Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, na altura da inauguração das novas instalações da Escola de Hotelaria e Turismo de Lamego. O membro do Governo sublinhou, ainda, o investimento de oitenta e seis milhões de euros, para projectos financiados ao abrigo dos Programas Integrados Turísticos de Natureza Estruturante de Base Regional (PITER II).
Aposta na qualidade do ensino e profissionalismo no sector também foram outras apostas, ali deixadas pelo responsável governativo. Por sua vez, o Presidente do Instituto de Formação Turística, Jorge Umbelino, defendeu que a nova estrutura “deve preconizar um ensino adequado ao tecido empresarial existente”, cujo sector, realçou o mesmo, “deve abrir-se aos profissionais do sector”, reconhecendo que “o Douro tem falha de recursos humanos, na área hoteleira e de restauração”.

A construção deste complexo escolar, em Lamego, representou um investimento de 6,8 milhões de euros, tendo uma capacidade de formação de 300 alunos e sendo composto por três elementos, internato, escola e hotel de aplicação.
A escola de Hotelaria e Turismo de Lamego vai conferir a equivalência ao 12º, disponibilizando ainda um centro de formação para quadros superiores da Área de Hotelaria e Turismo.
Para o presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, esta escola é uma mais valia para o país, para a região e para o concelho. Será “uma nova janela de oportunidades para os jovens”.
sexta-feira, abril 13, 2007
MAU GOSTO

segunda-feira, abril 09, 2007
ENCERRAMENTO DE JARDINS DE INFÂNCIA
Segundo a imprensa de hoje no distrito de Viseu são 107 os jardins de infância que estão assinalados pelo Ministério da Educação para encerrar. Francisco Lopes presidente da Câmara de Lamego desconhece esta eventualidade, e lamenta que antes de serem debatidas com os municípios estas questões sejam divulgadas pela imprensa.
Segundo o Ministério da educação os jardins de infância com menos de dez crianças devem encerrar no próximo ano lectivo. Fonte:Universidade FM
quinta-feira, abril 05, 2007
ALDEIA SOCIAL
terça-feira, abril 03, 2007
LAMEGO E (DES)EMPREGO
Ex.mos Senhores do Lamego em Foco:
Um tema a que gostaria de ver dado relevo neste blog e se possível com alguma persistência, dado tratar-se de um problema que é real, preocupa todos e a todos diz respeito, é a questão do desemprego no concelho de Lamego. Mais do que ser abordado neste blog, é um assunto ao qual gostaria de ver os senhores autarcas dar a importância que merece.
Não basta dizer que se faz um pavilhão ou uma piscina, que se recupera o teatro ou as estradas em Lamego, se ao essêncial não se dá a devida importância. O desemprego tem assolado a região de Lamego com um crescimento exponencial.
Apesar de ser uma realidade de que não é dada notícia, ou por falta de dados oficiais (o que revela um grande desinteresse por parte das autoridades competentes) ou porque quem que encontra na situação de desemprego não o associa directamente com a falta de empenhamento por parte dos orgãos autárquicos, a verdade é que o aumento do desemprego na nossa região (Lamego) é cada vez mais elevado.
Há que perceber que a a criação de postos de trabalho na nossa região depende essencialmente do empenho e do investimento da nossa autarquia nesse sentido.
Se vivemos numa região onde o turismo é uma mais valia e para onde devemos canalizar parte do investimnento a realizar, a verdade é que ao fazê-lo sem que se invista também na industralização da nossa região bem podemos dizer que o investimento no turismo apenas beneficiam os turistas porque dele usufruem e alguns comerciantes (poucos).
Há que investir na industralização da nossa região (não só na hotelaria) criando as condições e dando os incentivos necessários para tal e exigindo aos beneficiários desses incentivos a criação de postos de trabalho, para que Lamego não venha a ser apenas uma região da qual só pode usufruir quem por cá passa, porque quem cá vive não tem possibilidades económicas e financeiras para manter um nível de vida digno por não ter um salário que o permita.
Pretendo apenas, neste momento, chamar à atenção de um problema que pode trazer consequências graves para Lamego, nomeadamente a sua desertificação. É bem visível que a população de Lamego é uma população envelhecida e que cada vez mais os filhos de Lamego se vêem forçados a abandonar a sua cidade natal sem qualquer expectativa de regresso pela falta de oportunidades de emprego.
Lançar o problema para a discussão é já um começo. Os eleitos locais que tratem de tomar a sério esta questão e demonstrar que respeitam os lamecenses!
6:59 AM, Abril 02, 2007
terça-feira, março 27, 2007
DIA MUNDIAL TEATRO - LAMEGO
Lamego foi a cidade escolhida pela Filandorra - Teatro do Nordeste para "palco" das Comemorações do Dia Mundial do Teatro.
O "velhinho" Teatro Circo Ribeiro Conceição, em fase final de reconstrução, observou de perto a performance "Aplauso ao Teatro", que juntou no átrio da Sé de Lamego centenas de crianças dos Jardins de Infância e ATL's de todo o concelho.
Num palco improvisado, os actores da Filandorra apoiados por alguns alunos do Pólo de Lamego da Escola Superior de Educação contaram/ensinaram às crianças a história do Teatro Ribeiro Conceição, em três momentos cénicos: Quando e como nasceu? A vivência do Teatro pelos pais e avós dos meninos! O Futuro do Teatro? A Companhia pretendeu mostrar, a partir de um acto lúdico e pedagógico associado à linguagem teatral, que todos os Teatros, enquanto edifícios, têm uma história, e que o teatro se faz de pessoas para as pessoas, citando David Carvalho. E é isso que devemos fazer com os mais pequenos, porque de pequenino se constrói um destino ligado às artes em geral, e ao teatro em particular, reforçou o Director Artístico da Filandorra.
Recorde-se que o Teatro Ribeiro Conceição é uma "reprise" do Scala de Milão, único no país, que integra a Rede Nacional de Teatros e que, até final do ano, reabrirá as portas ao público, após conclusão das obras de reconstrução, e muitos anos depois de ter estado fechado ao público lamecense.
A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Lamego e "Lamego Convida".

