terça-feira, fevereiro 27, 2007

O APELO DE FRANCISCO LOPES

Embora a Secretária de Estado da Saúde garanta que «Se os senhores autarcas mostrarem disponibilidade para trabalhar connosco, sem pressão, nomeadamente aquela que vem de manifestações de rua, nós estamos disponíveis para os receber e para com eles trabalhar» a verdade é que o presidente da Câmara de Lamego se queixa de não conseguir falar com Correia de Campos. Francisco Lopes ao Fórum TSF disse que há assuntos pendentes que quer ver resolvidos.

«O Sr. Ministro está em falta com a Câmara de Lamego em dois assuntos: em relação às urgências e em relação à adjudicação do projecto do novo hospital de Lamego. E apesar das nossas múltiplas insistências, via fax e telefone, com a Chefe de Gabinete do Sr. Ministro da Saúde e com o Sr. Presidente da ARS não temos conseguido qualquer tipo de resposta ou contacto relativamente a este processo.

Portanto aproveito, se me permitirem, para via TSF, apelar ao Sr. Ministro da Saúde:
Sr. Ministro por favor responda aos nossos contactos. Estamos ansiosos por uma resposta às questões que oportunamente colocámos».

domingo, fevereiro 25, 2007

CÂMARA APOIA CENTRO SOCIAL E PAROQUIAL DE ALMACAVE

A execução das obras de reconstrução e ampliação do Centro Social e Paroquial de Almacave, neste momento em curso na cidade de Lamego, contam com o apoio financeiro no valor de 124.699,47 euros, concedido pela Câmara Municipal de Lamego.
A conclusão da transferência deste montante foi concretizada através da assinatura de um protocolo celebrado entre a autarquia e a Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de Almacave, em Janeiro último.
Tendo reconhecido o “notório interesse municipal” do novo Centro Social e Paroquial de Almacave, cujas instalações poderão ser utilizadas para fins sociais, culturais, lúdicos e recreativos de entidades, públicas e privadas, que prossigam fins de interesse público, a autarquia decidiu apoiar a execução dos trabalhos de remodelação e ampliação do imóvel.

Após a conclusão das obras em curso, o Centro Social e Paroquial de Almacave, situado no Largo do Ribeiro, será uma infra-estrutura moderna e polivalente, oferecendo aos seus utilizadores várias salas, onde, por exemplo, dezenas de crianças poderão ter, em simultâneo, aulas de catequese, e um auditório devidamente equipado e de óptimas condições acústicas. FONTE CML site oficial

sábado, fevereiro 17, 2007

LAURENTINO CHOCADO

Laurentino Dias, Secretário de Estado da Juventude e Desporto, veio a Lamego e em entrevista à "Lamego em revista" diz-se chocado com o que viu no Complexo Desportivo de Lamego. Deixamos aqui as "gordas" de uma entrevista que põe o dedo na ferida no pouco que se tem feito pela juventude e desporto na Cidade de Lamego. Um novo ciclo parece iniciar-se com diversos investimentos "arrojados mas absolutamente necessários".
COMPLEXO DESPORTIVO DE LAMEGO
"O regresso ao Complexo Desportivo significou para mim um choque profundo. Eu tinha consciência que, não só em Lamego como em muitos outros sítios, o Estado se esqueceu do seu património. Gastou ao longo destes anos, fruto da integração europeia, milhões de euros a promover e a comparticipar obras, beneficiações, complexos desportivos, pavilhões, piscinas, campos, estádios nos mais diversos locais, para os mais diversos titulares, clubes, associações, câmaras municipais, mas esqueceu-se do seu próprio património."

"20 anos depois voltei ao Complexo Desportivo de Lamego e encontrei as mesmas coisas"..."As condições de alojamento são as mesmas de há 20 anos. Durante este período o país progrediu e as exigências de qualidade das pessoas evoluíram muito. Actualmente ninguém, enquanto associação, clube ou selecção de qualquer modalidade, procura ficar alojado nas condições que oferece o Centro de Estágio de Lamego. Portanto, aquelas instalações para Centro de Estágio, como estão não servem. Qualquer hotel de menor qualidade é bem melhor."

"Por outro lado é um desperdício imenso o facto de a própria população da cidade e região não usufruir de um espaço desportivo com as condições fantásticas que ali existem. Está situado num local aprazível com uitas zonas verdes; existem campos que podem e devem ser remodelados para a prática desportiva; tem um pavilhão que já não está em bom estado."

"...como disse na sessão solene na Câmara de Lamego, eu não voltaria à cidade nesta função, que não fosse para iniciar um processo profundo de remodelação no sentido de encontrar as soluções para o Centro de Estágio. Devo dizer que já iniciamos esse processo."

"Recordo que já temos no Orçamento de Estado o enquadramento para a reabilitação do Centro de Estágio de Lamego, numa perspectiva de vir a construir uma infra-estrutura nacional para servir de acolhimento a uma das grandes modalidades desportivas (voleibol), que ali passará a ter o seu Centro de Alto Rendimento e a sua residência. "

"... há um conjunto de altos investimentos que considero mesmo arrojados, mas absolutamente necessários."..."ou nos dedicamos a fazer isso imediatamente, procurando criar condições para que a partir do princípio de 2007, por via do novo quadro comunitário de apoio, tenhamos os meios para iniciar a obra e conclui-la no mais curto espaço de tempo, ou então passa mais uma vez a hora do Complexo Desportivo de Lamego e essa obra ficará por fazer."

" Estou convencido que, por aquilo que tem sido a colaboração entre nós e o município, vamos conseguir levar a cabo esta empreitada e remodelar o Centro de Estágio de Lamego, colocando-o ao serviço do município, da região e do país, nas diversas valências que pode ter na área desportiva e do alojamento."

PISCINAS COBERTAS
"Recordo que no actual quadro comunitário de apoio já estão inscritas as piscinas cobertas de Lamego."
"Custa-me a crer que uma cidade como Lamego, tenha passado tanto tempo sem ter um equipamento deste género. A minha terra, Fafe, tem piscinas cobertas e aquecidas desde 1978, ou seja, há 28 anos."
"Há inúmeros concelhos (cidades e vilas), com muito menos população, com muito menos exigência, juventude e associativismo que Lamego e dispõe já este tipo de infra-estruturas construídas há muito tempo. Isto significa falta de planeamento."
PONTO JÁ
"Dentro de poucos meses, estaremos em condições de, com o apoio do município, abrir em Lamego uma Loja " Ponto Já". Trata-se de uma infra-estrutura que para além de toda a informação do próprio Instituto da Juventude, disponibilizará ainda acesso à biblioteca, centros de média e internet gratuita. É um local onde os jovens podem frequentar cursos de formação, ter acesso às novas tecnologias e, portanto, creio que Lamego ficará a ganhar com a instalação de uma loja "Ponto Já".

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

LAMEGO DIGIT@L & PONTO JÁ

As obras de modernização e adaptação do local que vai acolher a “Loja Ponto Já” de Lamego e o espaço Lamego Digit@l, situado no rés-do-chão do edifício Bloco da Feira, estão a decorrer a bom ritmo, estando prevista para o próximo mês de Março a abertura ao público dos equipamentos. Todos os pormenores desta intervenção foram apresentados pelo Presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, durante uma conferência de imprensa na qual garantiu que a instalação dos dois serviços públicos junto do Largo da Feira constitui o primeiro passo na concretização do plano de requalificação e dinamização do Parque da Cidade.

O futuro espaço “Lamego Digit@l” vai disponibilizar, gratuitamente, 11 postos de acesso à Internet, suprimindo uma lacuna existente no concelho: a ausência de um serviço público de acesso gratuito à Internet. O autarca sublinha que Lamego “é das poucas cidades portuguesas que ainda não possuem este tipo de serviço”. “É muito importante massificar a utilização das novas tecnologias, nomeadamente a Internet, sobretudo junto da população estudantil”, acrescenta.
Mesmo ao lado, vai entrar em funcionamento a “Loja Ponto Já”, um equipamento pioneiro através do qual os utentes poderão aceder a um vasto conjunto de serviços e informações, bastante úteis, sobre oportunidades de estudo e de trabalho em Portugal e no estrangeiro, projectos e concursos, acções de formação, voluntariado, tempos-livres, “cartão jovem”, turismo juvenil, imprensa, entre outros. As duas infra-estruturas vão estar localizadas num espaço contíguo no rés-do-chão do Bloco da Feira. As obras incluem a requalificação da fachada do edifício, através da abertura de montras que permitirão o acesso directo ao exterior. Esta intervenção será concluída com disponibilização, no futuro, de outros serviços públicos no piso térreo do mesmo edifício.
Combate à info-exclusão
Lamego será um dos primeiros concelhos do país, que não é capital de distrito, a dispor de uma loja “Ponto Já”. Quando se deslocarem a este local, os utentes vão ter à sua disposição alguns serviços úteis complementares: uma moderna área multimédia, uma sala de estudo e um centro de Divulgação das Tecnologias de Informação, um espaço onde serão desenvolvidas acções de divulgação, sensibilização e formação nas áreas das tecnologias da informação.
A instalação na cidade de Lamego deste equipamento apenas foi possível após o actual executivo da Câmara Municipal ter reivindicado, junto da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, a abertura desta estrutura pioneira.
Para garantir a concretização deste investimento no concelho, compensando em parte o encerramento da Casa de Cultura da Juventude de Lamego/ IPJ que funcionava na rua de Almacave, a autarquia assume a responsabilidade de realizar obras de adaptação do espaço, e posterior manutenção, e disponibilizar os recursos humanos indispensáveis ao seu normal funcionamento.
Em simultâneo, a Câmara de Lamego também pretende que o serviço municipal “Lamego Digit@l” se torne num ponto de referência para todos, onde seja possível consultar o e-mail, pesquisar páginas Web, jogar, entrar em chat´s e fóruns de discussão, realizar trabalhos, entre muitas outras tarefas, combatendo deste modo a info-exclusão. Com o objectivo de servir o maior número de pessoas, a autarquia vai rentabilizar o novo espaço municipal realizando no local acções de formação e de sensibilização e iniciativas conjuntas com associações locais e estabelecimentos de ensino. FONTE: CML site oficial

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

ENSINO SUPERIOR EM LAMEGO, QUE FUTURO?

O Ensino Superior Politécnico em Lamego deu os primeiros passos em 1987 com a criação do Pólo Educacional de Lamego, da Escola Superior de Educação de Viseu. A Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTGL) entrou em funcionamento em 2000/2001. Apesar do esforço dos responsáveis educacionais para manter o nível de qualidade de ensino, certo é que, as instalações continuam provisórias e assiste-se à falta de equipamentos de apoio social aos alunos.

A criação de um Campus Politécnico em Lamego já mereceu o interesse das diferentes instituições, directa e indirectamente ligadas à questão do Ensino Superior no concelho. No caso do Pólo Educacional as instalações são provisórias, e apesar das obras de requalificação da antiga Escola do Magistério Primário, a ESTGL já atingiu o seu limite máximo de ocupação. Segundo Antas de Barros, presidente do Instituto Politécnico (IPV), “o maior problema de Lamego coloca-se ao nível das instalações, nomeadamente, no âmbito dos serviços sociais”, tais como cantina, residência de estudantes e laboratórios.
No entanto, este responsável adiantou que “o instituto e autarquia desenvolvem esforços para procurar soluções”, frisando que o Ensino Superior em Lamego é penalizado pelo facto de “as instalações serem curtas para os alunos que desejam aqui prosseguir os estudos”, referindo ainda “os cursos mais penalizados são os que exigem laboratórios”. A título de exemplo, a ESTGL conheceu um crescimento exponencial, passando de 61 alunos, à data do seu arranque, para os actuais 625. Um movimento estudantil que ‘esbarra’ nas falta de salas de aulas, obrigando mesmo aos alunos de Serviço Social terem aulas no Pólo Educacional. Ainda assim, e perante este quadro, Antas de Barros assume que “não está nos nossos horizontes encerrar, a não ser que se verificassem cumulativamente uma série de situações difíceis de perceber à distância”.
Câmara apoia ensino superior
O presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, garantiu que “há todo o interesse em desenvolver o ensino superior”, nomeadamente a constituição de um Campus Politécnico, para o qual a autarquia se assume como parceira. “Temos previstos terrenos para a construção de raiz ou a remodelação de um edifício” - não revelou a sua localização - ainda que “tudo dependerá da disponibilidade do governo e do IPV”. O autarca acredita que o concelho tem capacidade de atracção, em especial de estudantes, nomeadamente com a construção de equipamentos culturais e desportivos, “muito importantes quer para a fixação da população, quer para os movimentos estudantis”.
FONTE: Lamego Hoje online

sábado, janeiro 27, 2007

LAMEGO TEM OPOSIÇÃO RESPONSÁVEL

PS - Lamego retira confiança a vereadores
A última reunião da Comissão Política do PS de Lamego ficou marcada pela retirada de confiança política aos três vereadores da Câmara Municipal, Duarte Lobo, Alberto Almeida e José Noras. Apesar da votação por unanimidade, os representantes socialistas asseguram que se mantém no cargo e a lutar pelos interesses do concelho, com uma oposição responsável.
A votação favorável do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2007, e à abstenção sobre o aumento das tarifas da água e saneamento estão na origem da cisão entre as duas estruturas políticas.
Marisabela Moutela acusa os vereadores de “pouca disponibilidade para aceitar as metodologias de trabalho propostas”, lamentando que “essa postura tenha evoluído para uma posição de não-aceitação de qualquer concertação de posições com a Comissão Política e grupo municipal”.
Segundo a presidente da Comissão Política do PS, este comportamento dos vereadores, nos últimos meses “têm vindo a viabilizar uma série de medidas e propostas violadoras do programa eleitoral do PS”, alertando que estas “são altamente gravosas para os lamecenses e contrárias ao ideal de progresso e desenvolvimento que sempre defendemos”.
O vereador explica que o seu voto favorável ao Orçamento deveu-se ao facto do presidente da Câmara “ter introduzido propostas apresentadas pelos socialistas, e consequentemente seria descabido, como co-autores, chumbarmos o orçamento”. No que toca ao aumento da água, este recorda que “no anterior mandato já fora proposta uma subida”, e por isso abstiveram-se.
Para a Comissão Política do PS, o Orçamento para Lamego “é um documento tecnicamente mal elaborado, legalmente falido e fortemente comprometedor e lesivo para o concelho”.
Marisabela Moutela fez ainda saber que está reforçado “o apoio aos eleitos para a Assembleia Municipal”, garantindo que estes serão a “voz autárquica do PS”, e que “têm vindo a actuar em absoluta sintonia com as orientações e posições políticas desta comissão, na defesa de Lamego”.
Duarte Lobo lamenta que a responsável da Comissão Política “assumiu como posição fazer com que os vereadores da Câmara votassem em sintonia com aquele órgão partidário, em matéria de agenda de reunião do executivo, quando isso é absurdo” e refere que “isso nunca aconteceu e nunca irá acontecer”. O terceiro vereador da lista assegura que “apesar de falar apenas em meu nome, não iremos ceder a pressões, pondo em causa os interesses de desenvolvimento do concelho”. Duarte Lobo acredita que o papel da Oposição “não pode ser pautado por agressões ao Presidente da Câmara, pois ninguém ganha com este tipo de atitudes”. Este acusa ainda a presidente da Comissão de “usar e manipular dados para influenciar a restante Comissão Política para nos causticar, numa votação onde faltaram algumas figuras de peso”.
Alberto Almeida actualmente director do Complexo Desportivo de Lamego, Alberto Almeida não equaciona abandonar os cargos que ocupa. “A minha função é colocar os interesses da cidade à frente de qualquer motivação política”. “Para o crescimento de um concelho é necessário quebrar o cordão umbilical”, referindo-se assim para a diferença de visão política entre vereadores e Comissão Política. Alberto Almeida considera que esta “brincadeira política” não é “relevante para a vida da secção, e os três iremos passar incólumes, e continuar a fazer uma oposição responsável”. “É lamentável que se esteja a confundir o importante com o acessório, tendo em conta que a coligação não precisa do PS para fazer avançar as suas propostas”. “Votamos sim, em consciência”.
José Miguel Noras reafirmou “colocar os interesses de Lamego e das 24 freguesias acima de qualquer exigência ou lógica político-partidária”. Em relação à posição da Comissão diz “respeitar, lamentar, mas, por enquanto, não tecerei qualquer comentário”.
FONTE: Lamego Hoje online

terça-feira, janeiro 23, 2007

CÂMARA CONTESTA ESTUDO

A Câmara de Lamego contestou hoje o estudo que a coloca na lista de autarquias que pagam às empresas de construção com prazos superiores a 12 meses, assegurando que está a regularizar as dívidas de Agosto passado.


De acordo com o inquérito de Outono da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Lamego faz parte da extensa lista dos piores pagadores, juntamente com Alijó, Amares, Aveiro, Cabeceiras de Basto, Celorico da Beira, Coimbra, Figueira da Foz, Guarda, Lousã, Maia, Melgaço, Mira, Oliveira de Azeméis, Penafiel, Santa Maria da Feira, São Pedro do Sul, Vila do Conde e Vila Nova de Poiares.

No entanto, em comunicado hoje divulgado, a Câmara de Lamego assegura estar «a proceder ao pagamento de todas as dívidas contraídas junto de fornecedores e empreiteiros relativas ao mês de Agosto de 2006», ou seja, «com um intervalo de atraso de apenas quatro meses».
A autarquia, liderada por Francisco Lopes, ressalva que o actual quadro financeiro é «bem distinto» do que existia em 2005, quando «herdou do anterior mandato uma dívida global de cerca de 11 milhões e 700 mil euros (verificada a 31 de Outubro de 2005)». «Nessa altura, o pagamento a fornecedores era concretizado com um intervalo de 15 meses de atraso, enquanto que os compromissos a industriais de obras públicas eram saldados com um intervalo ainda mais dilatado, de 22 meses de atraso», refere.

No entanto, depois de ter conseguido «acordos de pagamento directamente com as empresas credoras ou através de instituições bancárias (em regime de factoring)», a autarquia conseguiu regularizar a dívida referente ao período 2002/2005 aos empreiteiros e outros fornecedores.
«A negociação da dívida, de montantes superiores a 20 mil euros, envolveu acordos num valor global de 2.292.602,66 euros, abrangendo 23 fornecedores e empreiteiros. O teor destes acordos estipula o recebimento da totalidade da dívida por parte dos credores, suportando estes o pagamento de juros a instituições bancárias de cerca de 3%», explica.
Neste âmbito, a Câmara paga a dívida mensalmente aos bancos sem juros, durante três anos.
O município chegou ainda a acordos directos com seis fornecedores e empreiteiros para o mesmo período, «num montante correspondente a 982.227,25 euros, recebendo estes a dívida em causa mensalmente sem juros», esclarece.

Desta forma, entre Novembro de 2005 e Dezembro de 2006, a autarquia pagou «cerca de 1 milhão e 400 mil euros de dívida contraída até 31 de Outubro de 2005 e ainda toda a facturação referente a autos de obras públicas, de Novembro de 2005 a Julho de 2006». Fonte: Diário Digital / Lusa

sexta-feira, janeiro 19, 2007

31.000.000 € ABASTECEM O DOURO SUL

Uma barragem, uma nova estação de tratamento de águas e 138 quilómetros de novas condutas compõem o lote de investimentos que o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, lançou quarta-feira (dia 17), em Lamego, a convite da Associação de Municípios do Douro Sul, que integra os 10 concelhos a norte do distrito de Viseu.
Este conjunto de obras, que representa um investimento de 31,3 milhões de euros, faz parte do novo sub-sistema de abastecimento de água do Balsemão (integrado no Sistema Multimunicipal de Trás-os-Montes e Alto Douro), que vai ter origem na albufeira que a nova barragem de Pretarouca (Lamego) criará no rio Balsemão.
As três empreitadas, que constituem um dos “mais importantes” investimentos de obras públicas na história do Douro Sul, vão garantir, a partir de 2008, o “abastecimento domiciliário de água aos 91.640 habitantes dos concelhos de Cinfães, Resende, Lamego, Tarouca, Castro Daire e Vila Nova de Paiva”, precisa o presidente da Associação de Municípios do Vale Douro Sul, o edil de Resende, António Borges.
A nova barragem de Pretarouca criará uma albufeira com 43,40 hectares que permitirá armazenar mais de três milhões de metros cúbicos de água. O investimento ultrapassa os nove milhões e 600 mil euros. A Estação de Tratamento foi adjudicada por 5.754.530,10 euros e a obra das adutoras e reservatório de água do Sub-sistema de Balsemão está orçada em 10.899.181,20 euros. As três empreitadas são co-financiadas em 81 por cento, pela União Europeia. FONTE: Jornal do Centro

quarta-feira, janeiro 17, 2007

BERMAS LIMPAS

A Câmara Municipal de Lamego está a proceder à limpeza das bermas de algumas estradas e caminhos municipais que servem o concelho com o objectivo de aumentar a visibilidade dos automobilistas durante a condução e prevenir a ocorrência de incêndios florestais.
A juntar a isto, também estão a ser removidas as lixeiras clandestinas situadas nas imediações destas vias dignificando deste modo a paisagem natural de Lamego.Para efectuar esta operação, a autarquia está a mobilizar para o terreno equipas de limpeza compostas por funcionários municipais e elementos recrutados no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), para além de diversa maquinaria. Após a limpeza de bermas e valetas, será colocada sinalização e vedações nos locais mais críticos.
Dada a abrangência territorial e a complexidade dos trabalhos de limpeza, as operações vão prolongar-se por mais algumas semanas em colaboração com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, cuja missão é zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à protecção e conservação da natureza e do ambiente, bem como prevenir, reprimir e investigar os respectivos ilícitos.
A Câmara Municipal de Lamego apela a todos os cidadãos para colaborarem na fiscalização ambiental contactando o SEPNA, através do nº de telefone 254 612 123, quando detectarem eventuais infracções que conduzam ao aparecimento de novas lixeiras. FONTE: CML site oficial

segunda-feira, janeiro 15, 2007

LAMEGO ENTRE AS "MÁS PAGADORAS"

Lamego faz parte de uma extensa lista de autarquias que pagam às empresas de construção com prazos superiores a 12 meses, informou ontem a associação do sector.
De acordo com o inquérito de Outono da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), o «crónico e penoso» atraso situa-se em média nos 7,6 meses, atingindo o máximo já registado desde a Primavera de 2004.Segundo a AICCOPN, mais de 95% dos pagamentos efectuados pelas autarquias não cumprem, por isso, o que a lei estabelece, uma vez que o prazo de pagamento que esta determina é de dois meses.
Na lista dos “piores” pagadores (com prazos superiores a 12 meses) encontram-se, por ordem alfabética, Alijó, Amares, Aveiro, Cabeceiras de Basto, Celorico da Beira, Coimbra, Figueira da Foz, Guarda, Lamego, Lousã, Maia, Melgaço, Mira, Oliveira de Azeméis, Penafiel, Santa Maria da Feira, São Pedro do Sul, Vila do Conde e Vila Nova de Poiares.

A pagar entre 9 e 12 meses, estão as autarquias de Arcos de Valdevez, Ílhavo, Lisboa, Ovar, Paredes de Coura, Tabuaço, Trofa, Vagos e Viana do Castelo.Águeda, Alfândega da Fé, Bragança, Cantanhede, Espinho, Fafe, Felgueiras, Guimarães, Miranda do Corvo, Miranda do Douro, Monção, Montalegre, Montemor-o-Velho, Paços de Ferreira, Resende, Tarouca, Tondela, Trancoso, Valpaços, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar e Vila Verde são o grupo de municípios que paga entre os 6 e 9 meses.

A cidade do Porto, por sua vez, aparece num grupo de 18 autarquias que salda as suas dívidas relativas a obras públicas num prazo entre os três e os seis meses. Neste grupo aparecem também no inquérito de Outono da AICCOPN, as Câmaras Municipais de Albergaria-a-velha, Barcelos, Boticas, Castro Daire, Chaves, Esposende, Estarreja, Macedo de Cavaleiros, Murtosa, Penacova, S. João da Madeira, Valença, Vila Nova de Famalicão, Vila-Real, Vimioso e Viseu.Segundo a AICCOPN, este agravamento do incumprimento dos prazos legais por parte das câmaras municipais tem tido consequências «muito gravosas» para as empresas de obras públicas, provocando-lhes dificuldades financeiras acrescidas num ano «já de si complicado» face ao aumento da taxa de juro de referência em 1,25 pontos percentuais por parte do Banco Central Europeu.

A lista da AICCOPN relativa aos municípios “bons pagadores” (com prazos até 3 meses) integra as autarquias de Almeida, Amarante, Anadia, Braga, Gondomar, Matosinhos, Oliveira do Bairro, Paredes, Ponte de Lima, Sabugal e Vila Nova de Cerveira.

A AICCOPN refere, a propósito dos dados ontem divulgados, que dos 80 municípios que é possível citar expressamente, apenas 14 por cento cumprem os seus compromissos financeiros para com os construtores num prazo inferior a três meses, enquanto 23 por cento liquidam as suas facturas em prazos superiores a um ano.
A associação salienta ainda que o número de câmaras com prazo médio de pagamento superior a um ano tem aumentado “significativamente”, passando de nove câmaras na Primavera, para 19 no Outono.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

HABITAÇÃO SOCIAL

As famílias carenciadas de Lamego vão ter, até 2008, casa nova. A Câmara Municipal de Lamego e o Instituto Nacional de Habitação (INH) iniciaram a construção, em Janeiro de 2007, de um bloco de habitação social, composto por 46 fogos, na Quinta de Santo António. As novas residências destinam-se a famílias que, actualmente, vivem em más condições e a sua construção permitirá a erradicação de dezenas de casas abarracadas existentes na cidade de Lamego.
O Presidente da Câmara Municipal, Francisco Lopes, deslocou-se no dia 8 de Janeiro ao local para presidir à cerimónia de colocação da primeira pedra do novo equipamento sublinhando a aposta estruturante que a autarquia está a concretizar na área da acção social para proporcionar habitação condigna a famílias lamecenses de baixos recursos financeiros. As situações de grave carência habitacional foram identificadas no âmbito de um levantamento exaustivo levado a efeito pelo município de Lamego.

Por ordem de prioridade, as primeiras habitações vão ser ocupadas pelos moradores dos pré-fabricados, actualmente existentes na Quinta de S. António, junto da Adega Cooperativa de Lamego. Logo de seguida, serão realojados os moradores da Calçada da Guerra e, por último, os munícipes do degradado Bairro de Nazes, onde nascerá um novo bloco com 25 habitações sociais.

Recorde-se que o Bairro de Alvoraçães e o edifício do Bloco da Feira são os últimos exemplos de construção de habitação social na cidade de Lamego, mais nada foi feito nesta área deste então. A criação das novas casas destinas a famílias carenciadas constitui uma prioridade para o actual executivo da Câmara de Lamego que garante que será feita em harmonia e respeito pela integração com a comunidade envolvente.

Habitação a custos controlados

A Câmara Municipal de Lamego está, ainda, a preparar um processo de construção de habitação a custos controlados (CDH) destinados a um segmento da população que, apesar de não ser carenciada, tem dificuldade em aceder à aquisição de habitação a preços normais de mercado. Os CDH permitirão disponibilizar habitação de qualidade a baixo preço, aos jovens e pessoas de menores rendimentos. Um apartamento de tipologia T4 custará cerca de 60 mil euros. Prevê-se a construção de habitação a custos controlados na cidade de Lamego e em Cambres, a maior freguesia rural do concelho. FONTE: CML site oficial

domingo, janeiro 07, 2007

PSP - FESTA EM...LAMEGO?

Após manifestar o desejo de sair de Lamego, eis que a PSP escolhe (pela primeira vez na sua história) Lamego para comemorar, na próxima terça-feira 9 de Janeiro, o 130º Aniversário do Comando de Polícia de Viseu . É uma no cravo e outra na ferradura. Só esperamos que não seja a festa de despedida...

O programa de actividades vai decorrer em diversos locais da cidade, apresentando uma componente institucional e uma componente pedagógica, a realizar na Av. Dr. Alfredo de Sousa, local onde será feita uma exibição dos meios operacionais à disposição de todos os ramos da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Programa (9 de Janeiro):

8 h: Cerimónia do Içar da Bandeira no Comando e Secção de Lamego

8h 45: Cerimónia religiosa na Igreja das Chagas, com a presença dos bispos de Lamego e Viseu

9h 45: Recepção às entidades

10h 30: Cerimónia policial no Salão Nobre da Câmara Municipal, com a entrega de condecorações a agentes da PSP

14h 30: Realização de actividades ligadas a todos os ramos da PSP e visita à Exposição Temática, na Av. Dr. Alfredo de Sousa,

16 h: Encerramento das comemorações

quarta-feira, janeiro 03, 2007

PISCINAS COBERTAS PARA 2007


Os lamecenses vão ter à sua disposição, já neste ano de 2007, um moderno complexo de piscinas cobertas e aquecidas. Este novo complexo municipal orçado em mais de meio milhão de contos vai integrar dois tanques de água de diferentes características, o maior vocacionado para competição, lazer e aprendizagem com 25 metros de cumprimento por 16,5 metros de largura e oito pistas devidamente identificadas. O segundo tanque será destinado sobretudo a crianças e idosos, sendo um espaço rectangular com 16,5 metros de comprimento por 8 metros de largura, ideal para o ensino da natação. Para além destes tanques, está prevista a execução de outros espaços de apoio para servirem os futuros utentes, nomeadamente bar, ginásio e bancada.

Com a criação do novo complexo de piscinas cobertas, a Câmara Municipal de Lamego pretende colmatar uma lacuna há muito sentida pelos lamecenses. O concelho não dispõe de um equipamento público deste tipo e que, dadas as suas características, poderá ser utilizado ao longo de todo o ano.

Francisco Lopes encara este investimento como “fundamental, por se tratar de um equipamento indispensável ao lazer e saúde da população, estando aberto a todos os escalões etários. Por outro lado, foi dos primeiros projectos que lançámos quando chegámos a Câmara de Lamego e é com muita satisfação que vemos, ao fim de um ano, uma obra de grande dimensão e complexidade ir para o terreno.” FONTE: Lamego em revista

segunda-feira, janeiro 01, 2007

sexta-feira, dezembro 29, 2006

POPULAÇÃO - INTERIOR PERDE PARA LITORAL

A coroa de Lisboa (com a Península de Setúbal), a coroa do Porto (com partes dos distritos de Braga e Aveiro) e o Algarve foram, nos últimos seis anos, as zonas do País que registaram maior crescimento demográfico. Segundo o Retrato Territorial de Portugal, do Instituto Nacional de Estatística (INE), o nosso país conta hoje com 10 569 milhões de habitantes, cerca de 200 mil mais do que em 2000.
Este crescimento resultou sobretudo da transferência de pessoas do Interior para o Litoral e da chegada de imigrantes. Na diferença entre nascimentos e óbitos o acréscimo no último ano foi de apenas mil pessoas. Hoje, as áreas de Lisboa e do Porto contam, cada, com perto de três milhões de habitantes e o Algarve caminha para o meio milhão.

OS QUE MAIS SUBIRAM
Os concelhos das coroas de Lisboa e Porto tiveram aumento elevado de população: Odivelas, Seixal, Sintra, Oeiras, Cascais, Maia, Valongo e Gaia. Crescimento alto verificou-se a Sul, em Lagoa, Albufeira, Setúbal, Sesimbra, Almada, Moita, Vila Franca de Xira e Mafra. A Norte ocorreu em Póvoa do Varzim, Braga, Famalicão, Trofa, Paços de Ferreira, Lousada, Gondomar, Feira e Matosinhos. Ílhavo, Câmara de Lobos e Santa Cruz também subiram.

OS QUE MAIS DESCERAM
As maiores quebras de população verificaram-se em grandes cidades: Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal e nos concelhos do Litoral de Espinho, Amadora e Barreiro. Houve ainda quebras significativas de população em Portalegre, Mação, Abrantes, Alvaiázere, Castanheira de Pêra e Nazaré. No Vale do Douro foram atingidos por forte quebra populacional Cinfães, Baião, Lamego, Resende, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião e Tabuaço. FONTE: CORREIO DA MANHÃ