sábado, janeiro 27, 2007

LAMEGO TEM OPOSIÇÃO RESPONSÁVEL

PS - Lamego retira confiança a vereadores
A última reunião da Comissão Política do PS de Lamego ficou marcada pela retirada de confiança política aos três vereadores da Câmara Municipal, Duarte Lobo, Alberto Almeida e José Noras. Apesar da votação por unanimidade, os representantes socialistas asseguram que se mantém no cargo e a lutar pelos interesses do concelho, com uma oposição responsável.
A votação favorável do Orçamento e Grandes Opções do Plano para 2007, e à abstenção sobre o aumento das tarifas da água e saneamento estão na origem da cisão entre as duas estruturas políticas.
Marisabela Moutela acusa os vereadores de “pouca disponibilidade para aceitar as metodologias de trabalho propostas”, lamentando que “essa postura tenha evoluído para uma posição de não-aceitação de qualquer concertação de posições com a Comissão Política e grupo municipal”.
Segundo a presidente da Comissão Política do PS, este comportamento dos vereadores, nos últimos meses “têm vindo a viabilizar uma série de medidas e propostas violadoras do programa eleitoral do PS”, alertando que estas “são altamente gravosas para os lamecenses e contrárias ao ideal de progresso e desenvolvimento que sempre defendemos”.
O vereador explica que o seu voto favorável ao Orçamento deveu-se ao facto do presidente da Câmara “ter introduzido propostas apresentadas pelos socialistas, e consequentemente seria descabido, como co-autores, chumbarmos o orçamento”. No que toca ao aumento da água, este recorda que “no anterior mandato já fora proposta uma subida”, e por isso abstiveram-se.
Para a Comissão Política do PS, o Orçamento para Lamego “é um documento tecnicamente mal elaborado, legalmente falido e fortemente comprometedor e lesivo para o concelho”.
Marisabela Moutela fez ainda saber que está reforçado “o apoio aos eleitos para a Assembleia Municipal”, garantindo que estes serão a “voz autárquica do PS”, e que “têm vindo a actuar em absoluta sintonia com as orientações e posições políticas desta comissão, na defesa de Lamego”.
Duarte Lobo lamenta que a responsável da Comissão Política “assumiu como posição fazer com que os vereadores da Câmara votassem em sintonia com aquele órgão partidário, em matéria de agenda de reunião do executivo, quando isso é absurdo” e refere que “isso nunca aconteceu e nunca irá acontecer”. O terceiro vereador da lista assegura que “apesar de falar apenas em meu nome, não iremos ceder a pressões, pondo em causa os interesses de desenvolvimento do concelho”. Duarte Lobo acredita que o papel da Oposição “não pode ser pautado por agressões ao Presidente da Câmara, pois ninguém ganha com este tipo de atitudes”. Este acusa ainda a presidente da Comissão de “usar e manipular dados para influenciar a restante Comissão Política para nos causticar, numa votação onde faltaram algumas figuras de peso”.
Alberto Almeida actualmente director do Complexo Desportivo de Lamego, Alberto Almeida não equaciona abandonar os cargos que ocupa. “A minha função é colocar os interesses da cidade à frente de qualquer motivação política”. “Para o crescimento de um concelho é necessário quebrar o cordão umbilical”, referindo-se assim para a diferença de visão política entre vereadores e Comissão Política. Alberto Almeida considera que esta “brincadeira política” não é “relevante para a vida da secção, e os três iremos passar incólumes, e continuar a fazer uma oposição responsável”. “É lamentável que se esteja a confundir o importante com o acessório, tendo em conta que a coligação não precisa do PS para fazer avançar as suas propostas”. “Votamos sim, em consciência”.
José Miguel Noras reafirmou “colocar os interesses de Lamego e das 24 freguesias acima de qualquer exigência ou lógica político-partidária”. Em relação à posição da Comissão diz “respeitar, lamentar, mas, por enquanto, não tecerei qualquer comentário”.
FONTE: Lamego Hoje online

terça-feira, janeiro 23, 2007

CÂMARA CONTESTA ESTUDO

A Câmara de Lamego contestou hoje o estudo que a coloca na lista de autarquias que pagam às empresas de construção com prazos superiores a 12 meses, assegurando que está a regularizar as dívidas de Agosto passado.


De acordo com o inquérito de Outono da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), Lamego faz parte da extensa lista dos piores pagadores, juntamente com Alijó, Amares, Aveiro, Cabeceiras de Basto, Celorico da Beira, Coimbra, Figueira da Foz, Guarda, Lousã, Maia, Melgaço, Mira, Oliveira de Azeméis, Penafiel, Santa Maria da Feira, São Pedro do Sul, Vila do Conde e Vila Nova de Poiares.

No entanto, em comunicado hoje divulgado, a Câmara de Lamego assegura estar «a proceder ao pagamento de todas as dívidas contraídas junto de fornecedores e empreiteiros relativas ao mês de Agosto de 2006», ou seja, «com um intervalo de atraso de apenas quatro meses».
A autarquia, liderada por Francisco Lopes, ressalva que o actual quadro financeiro é «bem distinto» do que existia em 2005, quando «herdou do anterior mandato uma dívida global de cerca de 11 milhões e 700 mil euros (verificada a 31 de Outubro de 2005)». «Nessa altura, o pagamento a fornecedores era concretizado com um intervalo de 15 meses de atraso, enquanto que os compromissos a industriais de obras públicas eram saldados com um intervalo ainda mais dilatado, de 22 meses de atraso», refere.

No entanto, depois de ter conseguido «acordos de pagamento directamente com as empresas credoras ou através de instituições bancárias (em regime de factoring)», a autarquia conseguiu regularizar a dívida referente ao período 2002/2005 aos empreiteiros e outros fornecedores.
«A negociação da dívida, de montantes superiores a 20 mil euros, envolveu acordos num valor global de 2.292.602,66 euros, abrangendo 23 fornecedores e empreiteiros. O teor destes acordos estipula o recebimento da totalidade da dívida por parte dos credores, suportando estes o pagamento de juros a instituições bancárias de cerca de 3%», explica.
Neste âmbito, a Câmara paga a dívida mensalmente aos bancos sem juros, durante três anos.
O município chegou ainda a acordos directos com seis fornecedores e empreiteiros para o mesmo período, «num montante correspondente a 982.227,25 euros, recebendo estes a dívida em causa mensalmente sem juros», esclarece.

Desta forma, entre Novembro de 2005 e Dezembro de 2006, a autarquia pagou «cerca de 1 milhão e 400 mil euros de dívida contraída até 31 de Outubro de 2005 e ainda toda a facturação referente a autos de obras públicas, de Novembro de 2005 a Julho de 2006». Fonte: Diário Digital / Lusa

sexta-feira, janeiro 19, 2007

31.000.000 € ABASTECEM O DOURO SUL

Uma barragem, uma nova estação de tratamento de águas e 138 quilómetros de novas condutas compõem o lote de investimentos que o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, lançou quarta-feira (dia 17), em Lamego, a convite da Associação de Municípios do Douro Sul, que integra os 10 concelhos a norte do distrito de Viseu.
Este conjunto de obras, que representa um investimento de 31,3 milhões de euros, faz parte do novo sub-sistema de abastecimento de água do Balsemão (integrado no Sistema Multimunicipal de Trás-os-Montes e Alto Douro), que vai ter origem na albufeira que a nova barragem de Pretarouca (Lamego) criará no rio Balsemão.
As três empreitadas, que constituem um dos “mais importantes” investimentos de obras públicas na história do Douro Sul, vão garantir, a partir de 2008, o “abastecimento domiciliário de água aos 91.640 habitantes dos concelhos de Cinfães, Resende, Lamego, Tarouca, Castro Daire e Vila Nova de Paiva”, precisa o presidente da Associação de Municípios do Vale Douro Sul, o edil de Resende, António Borges.
A nova barragem de Pretarouca criará uma albufeira com 43,40 hectares que permitirá armazenar mais de três milhões de metros cúbicos de água. O investimento ultrapassa os nove milhões e 600 mil euros. A Estação de Tratamento foi adjudicada por 5.754.530,10 euros e a obra das adutoras e reservatório de água do Sub-sistema de Balsemão está orçada em 10.899.181,20 euros. As três empreitadas são co-financiadas em 81 por cento, pela União Europeia. FONTE: Jornal do Centro

quarta-feira, janeiro 17, 2007

BERMAS LIMPAS

A Câmara Municipal de Lamego está a proceder à limpeza das bermas de algumas estradas e caminhos municipais que servem o concelho com o objectivo de aumentar a visibilidade dos automobilistas durante a condução e prevenir a ocorrência de incêndios florestais.
A juntar a isto, também estão a ser removidas as lixeiras clandestinas situadas nas imediações destas vias dignificando deste modo a paisagem natural de Lamego.Para efectuar esta operação, a autarquia está a mobilizar para o terreno equipas de limpeza compostas por funcionários municipais e elementos recrutados no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), para além de diversa maquinaria. Após a limpeza de bermas e valetas, será colocada sinalização e vedações nos locais mais críticos.
Dada a abrangência territorial e a complexidade dos trabalhos de limpeza, as operações vão prolongar-se por mais algumas semanas em colaboração com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, cuja missão é zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à protecção e conservação da natureza e do ambiente, bem como prevenir, reprimir e investigar os respectivos ilícitos.
A Câmara Municipal de Lamego apela a todos os cidadãos para colaborarem na fiscalização ambiental contactando o SEPNA, através do nº de telefone 254 612 123, quando detectarem eventuais infracções que conduzam ao aparecimento de novas lixeiras. FONTE: CML site oficial

segunda-feira, janeiro 15, 2007

LAMEGO ENTRE AS "MÁS PAGADORAS"

Lamego faz parte de uma extensa lista de autarquias que pagam às empresas de construção com prazos superiores a 12 meses, informou ontem a associação do sector.
De acordo com o inquérito de Outono da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), o «crónico e penoso» atraso situa-se em média nos 7,6 meses, atingindo o máximo já registado desde a Primavera de 2004.Segundo a AICCOPN, mais de 95% dos pagamentos efectuados pelas autarquias não cumprem, por isso, o que a lei estabelece, uma vez que o prazo de pagamento que esta determina é de dois meses.
Na lista dos “piores” pagadores (com prazos superiores a 12 meses) encontram-se, por ordem alfabética, Alijó, Amares, Aveiro, Cabeceiras de Basto, Celorico da Beira, Coimbra, Figueira da Foz, Guarda, Lamego, Lousã, Maia, Melgaço, Mira, Oliveira de Azeméis, Penafiel, Santa Maria da Feira, São Pedro do Sul, Vila do Conde e Vila Nova de Poiares.

A pagar entre 9 e 12 meses, estão as autarquias de Arcos de Valdevez, Ílhavo, Lisboa, Ovar, Paredes de Coura, Tabuaço, Trofa, Vagos e Viana do Castelo.Águeda, Alfândega da Fé, Bragança, Cantanhede, Espinho, Fafe, Felgueiras, Guimarães, Miranda do Corvo, Miranda do Douro, Monção, Montalegre, Montemor-o-Velho, Paços de Ferreira, Resende, Tarouca, Tondela, Trancoso, Valpaços, Vila Nova de Gaia, Vila Pouca de Aguiar e Vila Verde são o grupo de municípios que paga entre os 6 e 9 meses.

A cidade do Porto, por sua vez, aparece num grupo de 18 autarquias que salda as suas dívidas relativas a obras públicas num prazo entre os três e os seis meses. Neste grupo aparecem também no inquérito de Outono da AICCOPN, as Câmaras Municipais de Albergaria-a-velha, Barcelos, Boticas, Castro Daire, Chaves, Esposende, Estarreja, Macedo de Cavaleiros, Murtosa, Penacova, S. João da Madeira, Valença, Vila Nova de Famalicão, Vila-Real, Vimioso e Viseu.Segundo a AICCOPN, este agravamento do incumprimento dos prazos legais por parte das câmaras municipais tem tido consequências «muito gravosas» para as empresas de obras públicas, provocando-lhes dificuldades financeiras acrescidas num ano «já de si complicado» face ao aumento da taxa de juro de referência em 1,25 pontos percentuais por parte do Banco Central Europeu.

A lista da AICCOPN relativa aos municípios “bons pagadores” (com prazos até 3 meses) integra as autarquias de Almeida, Amarante, Anadia, Braga, Gondomar, Matosinhos, Oliveira do Bairro, Paredes, Ponte de Lima, Sabugal e Vila Nova de Cerveira.

A AICCOPN refere, a propósito dos dados ontem divulgados, que dos 80 municípios que é possível citar expressamente, apenas 14 por cento cumprem os seus compromissos financeiros para com os construtores num prazo inferior a três meses, enquanto 23 por cento liquidam as suas facturas em prazos superiores a um ano.
A associação salienta ainda que o número de câmaras com prazo médio de pagamento superior a um ano tem aumentado “significativamente”, passando de nove câmaras na Primavera, para 19 no Outono.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

HABITAÇÃO SOCIAL

As famílias carenciadas de Lamego vão ter, até 2008, casa nova. A Câmara Municipal de Lamego e o Instituto Nacional de Habitação (INH) iniciaram a construção, em Janeiro de 2007, de um bloco de habitação social, composto por 46 fogos, na Quinta de Santo António. As novas residências destinam-se a famílias que, actualmente, vivem em más condições e a sua construção permitirá a erradicação de dezenas de casas abarracadas existentes na cidade de Lamego.
O Presidente da Câmara Municipal, Francisco Lopes, deslocou-se no dia 8 de Janeiro ao local para presidir à cerimónia de colocação da primeira pedra do novo equipamento sublinhando a aposta estruturante que a autarquia está a concretizar na área da acção social para proporcionar habitação condigna a famílias lamecenses de baixos recursos financeiros. As situações de grave carência habitacional foram identificadas no âmbito de um levantamento exaustivo levado a efeito pelo município de Lamego.

Por ordem de prioridade, as primeiras habitações vão ser ocupadas pelos moradores dos pré-fabricados, actualmente existentes na Quinta de S. António, junto da Adega Cooperativa de Lamego. Logo de seguida, serão realojados os moradores da Calçada da Guerra e, por último, os munícipes do degradado Bairro de Nazes, onde nascerá um novo bloco com 25 habitações sociais.

Recorde-se que o Bairro de Alvoraçães e o edifício do Bloco da Feira são os últimos exemplos de construção de habitação social na cidade de Lamego, mais nada foi feito nesta área deste então. A criação das novas casas destinas a famílias carenciadas constitui uma prioridade para o actual executivo da Câmara de Lamego que garante que será feita em harmonia e respeito pela integração com a comunidade envolvente.

Habitação a custos controlados

A Câmara Municipal de Lamego está, ainda, a preparar um processo de construção de habitação a custos controlados (CDH) destinados a um segmento da população que, apesar de não ser carenciada, tem dificuldade em aceder à aquisição de habitação a preços normais de mercado. Os CDH permitirão disponibilizar habitação de qualidade a baixo preço, aos jovens e pessoas de menores rendimentos. Um apartamento de tipologia T4 custará cerca de 60 mil euros. Prevê-se a construção de habitação a custos controlados na cidade de Lamego e em Cambres, a maior freguesia rural do concelho. FONTE: CML site oficial

domingo, janeiro 07, 2007

PSP - FESTA EM...LAMEGO?

Após manifestar o desejo de sair de Lamego, eis que a PSP escolhe (pela primeira vez na sua história) Lamego para comemorar, na próxima terça-feira 9 de Janeiro, o 130º Aniversário do Comando de Polícia de Viseu . É uma no cravo e outra na ferradura. Só esperamos que não seja a festa de despedida...

O programa de actividades vai decorrer em diversos locais da cidade, apresentando uma componente institucional e uma componente pedagógica, a realizar na Av. Dr. Alfredo de Sousa, local onde será feita uma exibição dos meios operacionais à disposição de todos os ramos da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Programa (9 de Janeiro):

8 h: Cerimónia do Içar da Bandeira no Comando e Secção de Lamego

8h 45: Cerimónia religiosa na Igreja das Chagas, com a presença dos bispos de Lamego e Viseu

9h 45: Recepção às entidades

10h 30: Cerimónia policial no Salão Nobre da Câmara Municipal, com a entrega de condecorações a agentes da PSP

14h 30: Realização de actividades ligadas a todos os ramos da PSP e visita à Exposição Temática, na Av. Dr. Alfredo de Sousa,

16 h: Encerramento das comemorações

quarta-feira, janeiro 03, 2007

PISCINAS COBERTAS PARA 2007


Os lamecenses vão ter à sua disposição, já neste ano de 2007, um moderno complexo de piscinas cobertas e aquecidas. Este novo complexo municipal orçado em mais de meio milhão de contos vai integrar dois tanques de água de diferentes características, o maior vocacionado para competição, lazer e aprendizagem com 25 metros de cumprimento por 16,5 metros de largura e oito pistas devidamente identificadas. O segundo tanque será destinado sobretudo a crianças e idosos, sendo um espaço rectangular com 16,5 metros de comprimento por 8 metros de largura, ideal para o ensino da natação. Para além destes tanques, está prevista a execução de outros espaços de apoio para servirem os futuros utentes, nomeadamente bar, ginásio e bancada.

Com a criação do novo complexo de piscinas cobertas, a Câmara Municipal de Lamego pretende colmatar uma lacuna há muito sentida pelos lamecenses. O concelho não dispõe de um equipamento público deste tipo e que, dadas as suas características, poderá ser utilizado ao longo de todo o ano.

Francisco Lopes encara este investimento como “fundamental, por se tratar de um equipamento indispensável ao lazer e saúde da população, estando aberto a todos os escalões etários. Por outro lado, foi dos primeiros projectos que lançámos quando chegámos a Câmara de Lamego e é com muita satisfação que vemos, ao fim de um ano, uma obra de grande dimensão e complexidade ir para o terreno.” FONTE: Lamego em revista

segunda-feira, janeiro 01, 2007

sexta-feira, dezembro 29, 2006

POPULAÇÃO - INTERIOR PERDE PARA LITORAL

A coroa de Lisboa (com a Península de Setúbal), a coroa do Porto (com partes dos distritos de Braga e Aveiro) e o Algarve foram, nos últimos seis anos, as zonas do País que registaram maior crescimento demográfico. Segundo o Retrato Territorial de Portugal, do Instituto Nacional de Estatística (INE), o nosso país conta hoje com 10 569 milhões de habitantes, cerca de 200 mil mais do que em 2000.
Este crescimento resultou sobretudo da transferência de pessoas do Interior para o Litoral e da chegada de imigrantes. Na diferença entre nascimentos e óbitos o acréscimo no último ano foi de apenas mil pessoas. Hoje, as áreas de Lisboa e do Porto contam, cada, com perto de três milhões de habitantes e o Algarve caminha para o meio milhão.

OS QUE MAIS SUBIRAM
Os concelhos das coroas de Lisboa e Porto tiveram aumento elevado de população: Odivelas, Seixal, Sintra, Oeiras, Cascais, Maia, Valongo e Gaia. Crescimento alto verificou-se a Sul, em Lagoa, Albufeira, Setúbal, Sesimbra, Almada, Moita, Vila Franca de Xira e Mafra. A Norte ocorreu em Póvoa do Varzim, Braga, Famalicão, Trofa, Paços de Ferreira, Lousada, Gondomar, Feira e Matosinhos. Ílhavo, Câmara de Lobos e Santa Cruz também subiram.

OS QUE MAIS DESCERAM
As maiores quebras de população verificaram-se em grandes cidades: Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal e nos concelhos do Litoral de Espinho, Amadora e Barreiro. Houve ainda quebras significativas de população em Portalegre, Mação, Abrantes, Alvaiázere, Castanheira de Pêra e Nazaré. No Vale do Douro foram atingidos por forte quebra populacional Cinfães, Baião, Lamego, Resende, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião e Tabuaço. FONTE: CORREIO DA MANHÃ

segunda-feira, dezembro 25, 2006

PSP QUER SAIR DE LAMEGO


O novo mapa do dispositivo territorial da PSP e da GNR, que o ministro da Administração Interna deverá anunciar no primeiro trimestre de 2007, está a provocar divergências entre aquelas duas forças de segurança, noticiou ontem o Expresso.
De acordo com uma proposta apresentada ao Governo a que o semanário teve acesso, a PSP quer manter as regiões autónomas, capitais de distrito, áreas metropolitanas (freguesias com mais de 10 mil residentes e já patrulhadas pela PSP) e cidades com elevada população sazonal.
No documento, a PSP mostra vontade em ficar com esquadras em Albufeira, Loulé e Quarteira, “os três grandes redutos” da GNR na região, que não pretende ser “empurrada” para as zonas rurais.
Assim, a PSP pretende abandonar aglomerados com menos de 15 mil habitantes, como Ponte de Lima, Lamego ou Fátima, querendo, por outro lado, conquistar à GNR 16 centros urbanos, entre eles Gafanha da Nazaré, Trofa, Amarante ou Vizela. Segundo o Expresso, o documento indica que a GNR quer ocupar o lugar de esquadras da PSP da área metropolitana do Porto, nomeadamente nas freguesias de Gondomar, Matosinhos, Póvoa do Varzim e Vila Nova de Gaia. FONTE: AGÊNCIA LUSA

sexta-feira, dezembro 15, 2006

II BIENAL DA PRATA - LAMEGO

A II edição da Bienal da Prata, que decorre no Museu de Lamego até Fevereiro de 2007, tem como principal atracção peças em prata inspiradas nas castas do vinho do Douro, associando-se, assim, às comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro.

A exposição reúne obras de arte e jóias desenhadas por diversos artistas plásticos e arquitectos, como Alberto Carneiro, Álvaro Siza Vieira, Ângelo de Sousa, Álvaro Leite Siza Vieira, Albuquerque Mendes, Armando Alves, Baltazar Torres, Eduardo Souto Moura, Graça Sarsfield, José Pedro Croft, Manuel Casimiro, Miguel Palma, Paulo Lobo, Pedro Cabrita Reis e Jaume Plensa, como representante internacional.

Para além das criações de design contemporâneo dos artistas que aderiram à proposta de recriarem objectos funcionais associados aos rituais de preparação e consumo do Vinho do Porto Vintage, a exposição oferece aos visitantes a possibilidade de admirarem a colecção de prataria do Museu de Lamego, bem como uma selecção de peças do Centro de Arte e Comunicação Visual (AR.CO).

As jóias expostas, executadas por um artífice qualificado, terão uma tiragem de 20 exemplares, dos quais cinco ficam fora do mercado, dado que três serão destinados à promoção e dois ao autor. Os restantes 15 vão ser comercializados. A sua comercialização será garantida em centros culturais de prestígio, de forma a respeitar o seu carácter de peça/exposição de arte de tiragem limitada. As peças serão comercializadas em embalagem própria, acompanhadas de um pequeno livro e respectivo certificado.

Do século XXI, a mostra apresenta a Baixela da Presidência da República, obra de Julião Sarmento com design de Francisco Braga da Cruz.Nesta perspectiva, a Bienal da Prata é um acontecimento que se instituiu para representar, valorizar e ainda renovar o uso da prata como o material nobre que é, com o contributo decisivo de nomes grandes da arquitectura e das artes.

As peças que compõem a mostra representam a mudança na aplicação de um novo design, os novos usos da prata, a mudança na apresentação dos vinhos e da gastronomia, a mudança na utilização deste nobre material em prol da qualidade e da internacionalização de um produto e de uma região, onde a modernidade anda de braço dado com a tradição. FONTE: O PRIMEIRO DE JANEIRO

quarta-feira, dezembro 06, 2006

CONTADOURO

No âmbito das comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro, e com o apoio do Programa Leader +, a Associação Douro Histórico está a desenvolver, entre 4 e 7 de Dezembro, na cidade de Lamego, o projecto ContaDouro/ Contadoiros… A pequena grande história de um rio”.
Esta iniciativa visa consciencializar as crianças que frequentam o Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico para a importância da Região do Douro como Património Mundial, divulgando os usos, costumes e tradições típicas da região duriense, bem como a sua história, que tornou o Douro uma referência mundial. A jovem assistência que enche todos os dias o Salão Apostólico de Lamego tem acolhido com grande entusiasmo esta representação. Em simultâneo, a presença na cidade de diversas bibliotecas itinerantes das autarquias da região – “bibliomóveis” - ajuda a dinamizar a divulgação da cultura duriense e a promoção de hábitos de leitura.
Com a colaboração a nível local da Câmara Municipal de Lamego e dos agrupamentos escolares do município, o projecto ContaDouro/ Contadoiros conta, a partir de uma narração, a história do rio Douro numa sessão dramático-musical realizada pela Filandorra-Teatro do Nordeste que pretende dar uma perspectiva histórica da região, cruzando também as temáticas ambiental e patrimonial numa encenação com componentes lúdica e cenoplástica ajustadas ao universo da infância. Figuras míticas como as gravuras de Foz Côa, Duri (Deus romano do Douro), os Monjes de Cister, a Ferreirinha, o Marquês de Pombal, entre outros, imagens e lugares como São Leonardo de Galafura, o barco Rabelo, o comboio a carvão, marcam o encadeado da pequena grande história do rio. No final de cada sessão, é realizado um workshop de exploração do espectáculo nas vertentes estética e didáctica, motivando as escolas a realizar trabalhos de exploração do tema.
O projecto ContaDouro/ Contadoiros está a percorrer neste momento onze municípios que integram a Zona de Intervenção da Associação do Douro Histórico, num total de 53 espectáculos para um universo de 9500 alunos das escolas do Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico. FONTE: CML site oficial

terça-feira, dezembro 05, 2006

REDE VIÁRIA RENOVADA EM LAMEGO

A Câmara Municipal de Lamego conseguiu que seis importantes investimentos nas áreas da qualificação de acessibilidades e beneficiação de infra-estruturas de saneamento básico fossem aprovados e incluídos no último pacote de investimentos de carácter municipal e intermunicipal no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio (QCA).
Esta decisão abrange uma comparticipação comunitária de 2.533.051 euros, 75 por cento do valor global a investir na execução das intervenções aprovadas para o concelho de Lamego, enquanto que o restante financiamento será assegurado pela autarquia. O início da concretização destes investimentos ocorrerá em 2007, integrando o plano de reabilitação e melhoramentos das estradas e arruamentos do município, promovido pela Câmara de Lamego, que dará prioridade à recuperação das vias que se encontram degradadas e asseguram as ligações no interior do concelho.
O programa visa aumentar os índices de conforto e de segurança nas deslocações entre os principais aglomerados do concelho através da reformulação de nós e cruzamentos e da alteração de perfis, alargando algumas vias ou alguns troços ou definindo novas directrizes, através da correcção do traçado. A listagem dos investimentos municipais que serão realizados no âmbito do último pacote financeiro do III QCA é extensa: requalificação da Av. Defensores do Douro; requalificação da zona envolvente ao Relógio do Sol e requalificação da ligação de Souto Covo à Av. Defensores do Douro; requalificação da Av. 5 de Outubro; estacionamento do Desterro e requalificação da rua da Calçada; reforço e beneficiação de pavimento em diversos arruamentos rurais e urbanos do concelho e instalação de rede de saneamento básico da aldeia de S. João e dos lugares de Pomarelhe, Portela e Lamelas, freguesia de Cambres.
O Presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, destaca o elevado investimento que, em breve, será feito na reabilitação e expansão da rede viária que serve a cidade. “Durante os próximos anos, os lamecenses vão ter, finalmente, à sua disposição uma rede de acessibilidades renovada. Assumimos com orgulho o facto de aumentarmos o investimento nesta área, com o objectivo de reforçarmos a atractividade e a competitividade do concelho de Lamego no contexto regional”. FONTE: CML site oficial