sexta-feira, dezembro 29, 2006

POPULAÇÃO - INTERIOR PERDE PARA LITORAL

A coroa de Lisboa (com a Península de Setúbal), a coroa do Porto (com partes dos distritos de Braga e Aveiro) e o Algarve foram, nos últimos seis anos, as zonas do País que registaram maior crescimento demográfico. Segundo o Retrato Territorial de Portugal, do Instituto Nacional de Estatística (INE), o nosso país conta hoje com 10 569 milhões de habitantes, cerca de 200 mil mais do que em 2000.
Este crescimento resultou sobretudo da transferência de pessoas do Interior para o Litoral e da chegada de imigrantes. Na diferença entre nascimentos e óbitos o acréscimo no último ano foi de apenas mil pessoas. Hoje, as áreas de Lisboa e do Porto contam, cada, com perto de três milhões de habitantes e o Algarve caminha para o meio milhão.

OS QUE MAIS SUBIRAM
Os concelhos das coroas de Lisboa e Porto tiveram aumento elevado de população: Odivelas, Seixal, Sintra, Oeiras, Cascais, Maia, Valongo e Gaia. Crescimento alto verificou-se a Sul, em Lagoa, Albufeira, Setúbal, Sesimbra, Almada, Moita, Vila Franca de Xira e Mafra. A Norte ocorreu em Póvoa do Varzim, Braga, Famalicão, Trofa, Paços de Ferreira, Lousada, Gondomar, Feira e Matosinhos. Ílhavo, Câmara de Lobos e Santa Cruz também subiram.

OS QUE MAIS DESCERAM
As maiores quebras de população verificaram-se em grandes cidades: Lisboa, Porto, Coimbra e Funchal e nos concelhos do Litoral de Espinho, Amadora e Barreiro. Houve ainda quebras significativas de população em Portalegre, Mação, Abrantes, Alvaiázere, Castanheira de Pêra e Nazaré. No Vale do Douro foram atingidos por forte quebra populacional Cinfães, Baião, Lamego, Resende, Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião e Tabuaço. FONTE: CORREIO DA MANHÃ

segunda-feira, dezembro 25, 2006

PSP QUER SAIR DE LAMEGO


O novo mapa do dispositivo territorial da PSP e da GNR, que o ministro da Administração Interna deverá anunciar no primeiro trimestre de 2007, está a provocar divergências entre aquelas duas forças de segurança, noticiou ontem o Expresso.
De acordo com uma proposta apresentada ao Governo a que o semanário teve acesso, a PSP quer manter as regiões autónomas, capitais de distrito, áreas metropolitanas (freguesias com mais de 10 mil residentes e já patrulhadas pela PSP) e cidades com elevada população sazonal.
No documento, a PSP mostra vontade em ficar com esquadras em Albufeira, Loulé e Quarteira, “os três grandes redutos” da GNR na região, que não pretende ser “empurrada” para as zonas rurais.
Assim, a PSP pretende abandonar aglomerados com menos de 15 mil habitantes, como Ponte de Lima, Lamego ou Fátima, querendo, por outro lado, conquistar à GNR 16 centros urbanos, entre eles Gafanha da Nazaré, Trofa, Amarante ou Vizela. Segundo o Expresso, o documento indica que a GNR quer ocupar o lugar de esquadras da PSP da área metropolitana do Porto, nomeadamente nas freguesias de Gondomar, Matosinhos, Póvoa do Varzim e Vila Nova de Gaia. FONTE: AGÊNCIA LUSA

sexta-feira, dezembro 15, 2006

II BIENAL DA PRATA - LAMEGO

A II edição da Bienal da Prata, que decorre no Museu de Lamego até Fevereiro de 2007, tem como principal atracção peças em prata inspiradas nas castas do vinho do Douro, associando-se, assim, às comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro.

A exposição reúne obras de arte e jóias desenhadas por diversos artistas plásticos e arquitectos, como Alberto Carneiro, Álvaro Siza Vieira, Ângelo de Sousa, Álvaro Leite Siza Vieira, Albuquerque Mendes, Armando Alves, Baltazar Torres, Eduardo Souto Moura, Graça Sarsfield, José Pedro Croft, Manuel Casimiro, Miguel Palma, Paulo Lobo, Pedro Cabrita Reis e Jaume Plensa, como representante internacional.

Para além das criações de design contemporâneo dos artistas que aderiram à proposta de recriarem objectos funcionais associados aos rituais de preparação e consumo do Vinho do Porto Vintage, a exposição oferece aos visitantes a possibilidade de admirarem a colecção de prataria do Museu de Lamego, bem como uma selecção de peças do Centro de Arte e Comunicação Visual (AR.CO).

As jóias expostas, executadas por um artífice qualificado, terão uma tiragem de 20 exemplares, dos quais cinco ficam fora do mercado, dado que três serão destinados à promoção e dois ao autor. Os restantes 15 vão ser comercializados. A sua comercialização será garantida em centros culturais de prestígio, de forma a respeitar o seu carácter de peça/exposição de arte de tiragem limitada. As peças serão comercializadas em embalagem própria, acompanhadas de um pequeno livro e respectivo certificado.

Do século XXI, a mostra apresenta a Baixela da Presidência da República, obra de Julião Sarmento com design de Francisco Braga da Cruz.Nesta perspectiva, a Bienal da Prata é um acontecimento que se instituiu para representar, valorizar e ainda renovar o uso da prata como o material nobre que é, com o contributo decisivo de nomes grandes da arquitectura e das artes.

As peças que compõem a mostra representam a mudança na aplicação de um novo design, os novos usos da prata, a mudança na apresentação dos vinhos e da gastronomia, a mudança na utilização deste nobre material em prol da qualidade e da internacionalização de um produto e de uma região, onde a modernidade anda de braço dado com a tradição. FONTE: O PRIMEIRO DE JANEIRO

quarta-feira, dezembro 06, 2006

CONTADOURO

No âmbito das comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro, e com o apoio do Programa Leader +, a Associação Douro Histórico está a desenvolver, entre 4 e 7 de Dezembro, na cidade de Lamego, o projecto ContaDouro/ Contadoiros… A pequena grande história de um rio”.
Esta iniciativa visa consciencializar as crianças que frequentam o Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico para a importância da Região do Douro como Património Mundial, divulgando os usos, costumes e tradições típicas da região duriense, bem como a sua história, que tornou o Douro uma referência mundial. A jovem assistência que enche todos os dias o Salão Apostólico de Lamego tem acolhido com grande entusiasmo esta representação. Em simultâneo, a presença na cidade de diversas bibliotecas itinerantes das autarquias da região – “bibliomóveis” - ajuda a dinamizar a divulgação da cultura duriense e a promoção de hábitos de leitura.
Com a colaboração a nível local da Câmara Municipal de Lamego e dos agrupamentos escolares do município, o projecto ContaDouro/ Contadoiros conta, a partir de uma narração, a história do rio Douro numa sessão dramático-musical realizada pela Filandorra-Teatro do Nordeste que pretende dar uma perspectiva histórica da região, cruzando também as temáticas ambiental e patrimonial numa encenação com componentes lúdica e cenoplástica ajustadas ao universo da infância. Figuras míticas como as gravuras de Foz Côa, Duri (Deus romano do Douro), os Monjes de Cister, a Ferreirinha, o Marquês de Pombal, entre outros, imagens e lugares como São Leonardo de Galafura, o barco Rabelo, o comboio a carvão, marcam o encadeado da pequena grande história do rio. No final de cada sessão, é realizado um workshop de exploração do espectáculo nas vertentes estética e didáctica, motivando as escolas a realizar trabalhos de exploração do tema.
O projecto ContaDouro/ Contadoiros está a percorrer neste momento onze municípios que integram a Zona de Intervenção da Associação do Douro Histórico, num total de 53 espectáculos para um universo de 9500 alunos das escolas do Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico. FONTE: CML site oficial

terça-feira, dezembro 05, 2006

REDE VIÁRIA RENOVADA EM LAMEGO

A Câmara Municipal de Lamego conseguiu que seis importantes investimentos nas áreas da qualificação de acessibilidades e beneficiação de infra-estruturas de saneamento básico fossem aprovados e incluídos no último pacote de investimentos de carácter municipal e intermunicipal no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio (QCA).
Esta decisão abrange uma comparticipação comunitária de 2.533.051 euros, 75 por cento do valor global a investir na execução das intervenções aprovadas para o concelho de Lamego, enquanto que o restante financiamento será assegurado pela autarquia. O início da concretização destes investimentos ocorrerá em 2007, integrando o plano de reabilitação e melhoramentos das estradas e arruamentos do município, promovido pela Câmara de Lamego, que dará prioridade à recuperação das vias que se encontram degradadas e asseguram as ligações no interior do concelho.
O programa visa aumentar os índices de conforto e de segurança nas deslocações entre os principais aglomerados do concelho através da reformulação de nós e cruzamentos e da alteração de perfis, alargando algumas vias ou alguns troços ou definindo novas directrizes, através da correcção do traçado. A listagem dos investimentos municipais que serão realizados no âmbito do último pacote financeiro do III QCA é extensa: requalificação da Av. Defensores do Douro; requalificação da zona envolvente ao Relógio do Sol e requalificação da ligação de Souto Covo à Av. Defensores do Douro; requalificação da Av. 5 de Outubro; estacionamento do Desterro e requalificação da rua da Calçada; reforço e beneficiação de pavimento em diversos arruamentos rurais e urbanos do concelho e instalação de rede de saneamento básico da aldeia de S. João e dos lugares de Pomarelhe, Portela e Lamelas, freguesia de Cambres.
O Presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, destaca o elevado investimento que, em breve, será feito na reabilitação e expansão da rede viária que serve a cidade. “Durante os próximos anos, os lamecenses vão ter, finalmente, à sua disposição uma rede de acessibilidades renovada. Assumimos com orgulho o facto de aumentarmos o investimento nesta área, com o objectivo de reforçarmos a atractividade e a competitividade do concelho de Lamego no contexto regional”. FONTE: CML site oficial

segunda-feira, novembro 27, 2006

RELÓGIO DE SOL

Uma obra que está a gerar alguma polémica por estes lados. O bom de existirem obras que geram polémica é precisamente elas existirem...ou começarem a existir.
Neste caso concreto, e após muita discussão, chegámos à conclusão que a obra era necessária e está bem pensada, mas que, por se tratar de uma entrada da cidade, merecia o melhor aproveitamento do terreno disponível, de modo a criar uma avenida mais espaçosa até Monsanto, embora se saiba de antemão que o seu destino é afunilar no medíocre cruzamento do Hospital...

sábado, novembro 25, 2006

ALGUÉM QUE EXPLIQUE...

Quem vem do Relógio de Sol em direcção à Adega Cooperativa de Lamego encontra aqui um excelente atalho Todo-o-Terreno. Não entendemos ainda a razão que impediu até aos dias de hoje a conclusão deste arruamento. Não haverá na Câmara uma caução que o permita concluir? Se o propósito é impedir um grande afluxo de automóveis mais vale que o fechem de vez ou que criem um acesso condigno condicionado a moradores. Este arruamento é uma vergonha com muitos anos...alguém que explique.

quarta-feira, novembro 22, 2006

II TORNEIO DE FUTSAL JOVEM

A Câmara Municipal de Lamego vai organizar, de 11 a 22 de Dezembro, a segunda edição do Torneio de Futsal Jovem “Cidade de Lamego” que visa fomentar a prática desportiva entre as crianças e jovens do concelho, de ambos os sexos. Recorde-se que a primeira edição desta prova, realizada em 2005, alcançou um êxito assinalável e a adesão de muito público.
O II Torneio de Futsal Jovem vai decorrer no Pavilhão “Álvaro Magalhães”, estando abertas as inscrições a todos os interessados, entre os 8 e os 14 anos de idade. As inscrições são gratuitas e devem ser efectuadas neste pavilhão desportivo até 30 de Novembro. O sorteio decorrerá no dia 4 de Dezembro, pelas 17h 45.
Está prevista nesta competição amadora a participação de mais de duzentos e quarenta atletas, divididos por oito equipas em três escalões cada (8-10, 11-12 e 13-14 anos). Podem participar equipas com elementos de ambos os sexos. Serão atribuídos prémios aos 1ºs e 2ºs classificados de cada escalão, ao melhor marcador de cada escalão e à equipa com menos golos sofridos por escalão. Para além disto, será oferecida uma t-shirt e uma bola a todos os participantes. Junta os teus amigos e participa!
A Câmara Municipal de Lamego pretende implementar, durante os próximos anos, um vasto plano de actividades desportivas de grande valor educativo, cultural e de riqueza da acção motora. FONTE: CML site oficial

segunda-feira, novembro 20, 2006

DESEMPREGO - 60% MULHERES


No final do mês de Março último, as mulheres do distrito de Viseu representavam 60 por cento dos desempregados da região. Num universo absoluto de 17300 pessoas sem emprego, mais de metade, 10359, eram do sexo feminino. Com excepção do concelho de Carregal do Sal, onde a diferença entre homens e mulheres se cinge a uma pessoa, com desvantagem para os homens (116 para 115), em todos os outros municípios do distrito de Viseu, 23, se contribuiu para a disparidade do desemprego entre géneros.
As diferenças são mais pronunciadas em concelhos como os de Lamego (1190 mulheres desempregadas para 756 homens); S. Pedro do Sul (569 para 256); e de Viseu (2691 para 1992).
Diminuição de desempregados. Os números do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) demonstram que também em Viseu, à semelhança do que sucedeu na generalidade dos distritos do país, o desemprego registou uma quebra de Fevereiro para Março e, ao contrário da realidade nacional, também de Janeiro para Fevereiro. Armamar, Oliveira de Frades, Penedono e Resende destoam dos restantes 20 municípios do distrito, com aumento ou manutenção do número de desempregados.A tendência decrescente no distrito recebeu o contributo da queda de desemprego, na globalidade, de homens e mulheres. Embora, relativamente ao sexo feminino, a diminuição nem sempre se tenha verificado em todos os concelhos. Em Armamar, Cinfães, Lamego, Moimenta da Beira, Oliveira de Frades, Penedono, Resende, Tabuaço e em Vouzela a realidade foi mais madrasta para as mulheres. Do lado dos homens, apenas em Resende e em S. João da Pesqueira se verificou idêntico panorama.
FONTE: JORNAL DO CENTRO

sexta-feira, novembro 17, 2006

GÁS NATURAL EM LAMEGO

A Criagás, empresa participada da Lena Gás Natural para a construção, instalação, montagem e manutenção de redes de gás, anuncia a construção de uma nova rede de distribuição de gás natural, no concelho de Lamego.
Este trabalho consiste na construção de uma rede de distribuição DN 160 e 110 e uma rede local DN 63. A obra foi adjudicada pela concessionária Beiragás, representando um investimento de 500 mil euros. A construção da rede de distribuição em Lamego tem início previsto para Dezembro e terá uma duração de nove meses. Esta rede de distribuição totaliza 11,6 quilómetros de rede e permitirá a execução de 118 ramais, que posteriormente farão chegar o gás natural a casa dos consumidores desta localidade.
A cidade de Lamego entra deste modo no conjunto das principais localidades portuguesas que têm acesso ao gás natural, considerada a energia do século XXI, uma vez que é o combustível mais limpo e a sua utilização, para além de ser mais económica, contribui para a protecção do ambiente.
Sobre a execução deste importante investimento no concelho, o presidente da Câmara Municipal, Francisco Lopes, afirma que o mesmo “representa por um lado a confiança dos operadores de serviços públicos na importância urbana, dinamismo económico e potencial de crescimento da cidade de Lamego e por outro lado, significará um reforço da competitividade económica da cidade ao dispor de energia mais barata e mais limpa.
Sabendo-se que uma rede desta extensão provocará necessariamente obras em boa parte dos arruamentos da Cidade, procurar-se-á que a instalação das condutas de gás seja acompanhada de renovação das condutas de água e saneamento da câmara e de reposição ou renovação adequada dos pavimentos”. FONTE: NOTÍCIAS DE VILA REAL
VANTAGENS:
Conveniência: Porque o Gás Natural é canalizado, estando disponível 24h/dia, 365 dias/ano, deixa de ter preocupações com o pedido ou transporte de garrafas.
Economia: Nas utilizações domésticas diárias, como cozinhar, tomar duche ou aquecer a casa, o Gás Natural é mais económico que outros tipos de gás e que a electricidade, para utilizações equivalentes.

Segurança: Por ser mais leve que o ar, o Gás Natural dissipa-se facilmente em caso de ocorrer uma fuga. Além disso, será realizada uma inspecção à instalação de gás por uma entidade inspectora credenciada pela DGGE e ser-lhe-á entregue um certificado de inspecção.
Ambiente: Porque o Gás Natural vem directamente da natureza e é o combustível fóssil de queima mais limpa.

sexta-feira, novembro 10, 2006

LAMEGO - UM CONCELHO EM MUDANÇA

Uma cidade virada do avesso é o que vai acontecer em Lamego, nos próximos anos. Muitas obras e equipamentos de que a cidade necessita, depois de anos de marasmo e de uma situação financeira periclitante.

Saído de uma crise financeira grave, segundo o responsável pelo Município, Francisco Lopes, o Concelho de Lamego enfrenta o futuro com optimismo com a nova e dinâmica equipa autárquica. Aqui deixamos o mais importante de uma entrevista exclusiva ao Notícias de vila Real. Em fase adiantada para arranque estão obras respeitantes às acessibilidades.

Assim, quatro obras de requalificação urbana vão marcar o futuro da cidade. A primeira diz respeito à beneficiação desde a Rotunda até à Igreja do Desterro, obra que custará cerca de dois milhões de euros. Mas também a Av. 5 de Outubro vai, finalmente, ser requalificada prevendo-se gastar cerca de 850.000 euros.Na parte poente vai ser requalificada a Av. Defensores do Douro, desde o Hospital até ao Relógio do Sol. Esta obra tem um custo previsto de cerca de 600.000 euros.

Finalmente, a Av. Afonso Henriques, desde o Tribunal até à Adega, vai também ser objecto de intervenção, com um gasto previsto de três milhões e meio de euros. Já na área da habitação social vai ser adjudicada a construção de um bloco com 47 habitações, com um custo de cerca de dois milhões de euros.E as obras deste executivo não ficam por aqui.

Ao lado das actuais piscinas vai ser construído um novo complexo de piscinas com um custo de cerca de 2,5 milhões de euros.Outras obras previstas, ainda para este mandato, têm a ver com a requalificação do Largo da Vitória, do Largo do Ribeiro, a construção do Espaço Internet e a loja da Juventude. Acresce a obra da nova delegação do Centro de Recrutamento Militar.

Em termos de saneamento e reforço da rede de abastecimento de água, estão neste momento em curso sete empreitadas, em diversas freguesias. Por outro lado, prosseguem as obras do Teatro Ribeiro Conceição, que importam em cerca de três milhões de euros.

SITUAÇÃO FINANCEIRA CONTROLADA

Para conseguir financiamento para estas obras a Câmara renegociou a dívida que vinha dos mandatos anteriores. Assim, neste momento, a Câmara paga cerca de 100.000 euros por mês, para amortização da dívida. Diz o autarca lamecense que, entretanto, já foram pagas as dívidas referentes a 2003 e 2004 e também as realizadas até Maio de 2005. Acrescenta Francisco Lopes que a situação financeira da Câmara está controlada. Deste modo, referentes a este mandato, o Município apenas deve as contraídas de Maio até agora.

Por outro lado, as respeitantes a obras a ser realizadas com recurso a fundos comunitários, estão saldadas até Agosto passado. O Município entendeu criar a empresa municipal “Lamego Convida”, a qual vai ficar com a responsabilidade de gestão dos equipamentos desportivos, do Teatro e também, no geral, a política cultural da autarquia. Mas não se fica por aqui a actividade prevista por esta autarquia. Previstas estão também obras no Largo da Feira, que vai ter um parque subterrâneo, com obras que poderão elevar-se a 10 milhões de euros.

OBRAS NO CAMPO DO TABULADO

A criação de condições de trabalho para o pessoal da autarquia leva a que se estude a construção de um edifício técnico para a Câmara.A necessitar de obras de requalificação está o Campo do Tabulado, vulgo Jardim do Lamego, onde irá ser construído um parque subterrâneo. Também a fonte do Lamego regressará ao local onde se encontrava quase há um século atrás, em frente à Câmara.

Para tudo isto, diz Francisco Lopes, estão estudadas as condições de financiamento. Serão dinheiros da autarquia, financiamentos da administração central e comunitários e principalmente de privados, que não deixarão de se interessar por alguns destes projectos. Lamego avança para o futuro com os pés bem assentes e com projectos que a farão reconquistar algum do protagonismo perdido.

FONTE: NOTÍCIAS DE VILA REAL

NOVAS ETAR'S NO CONCELHO DE LAMEGO

As ETAR´s de Cambres e Sande, infra-estruturas que integram o Sistema Multimunicipal das Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro, já estão aptas a entrar em funcionamento, depois de terminada a fase de ensaios, com o objectivo de tratarem diariamente as águas residuais domésticas geradas pelos habitantes que residem nas suas áreas de influência. Estes importantes investimentos na área do saneamento básico visam dotar o município de Lamego de mais qualidade de vida solucionando em definitivo um problema crónico: a ausência de tratamento dos esgotos domésticos nas zonas rurais do concelho. A ETAR de Cambres está projectada para tratar as águas residuais de origem doméstica veiculadas pelo sistema de Cambres e que são produzidas nesta povoação e nas freguesias de Avões (Avões de Cá e Avões de Lá) e Ferreiros de Avões (Bairral, Canelas, Foz de Baixo, Foz de Cima, Morões de Cima, Morões de Baixo, Paço, Trás da Igreja e Varandas). Este equipamento servirá um equivalente populacional de 4840 habitantes, possuindo capacidade de tratamento para 897 m3 de águas residuais/ dia. Com o objectivo de eliminar os maus cheiros que são libertados nesta infra-estrutura também está prevista a instalação de um moderno sistema de desodorização. Por outro lado, a nova estação de tratamento situada na freguesia de Sande está projectada para tratar os efluentes drenados pelo sistema que serve esta freguesia. Irá servir um equivalente populacional de 1454 habitantes, apresentando capacidade de tratamento para 287 m3 de águas residuais/ dia. As duas ETAR´s, investimentos financiados pelos fundos de coesão, no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio, possuem um sistema que assegura que o efluente descarregado tem características compatíveis com os padrões de qualidade exigidos pela Lei portuguesa e Comunitária.Neste momento, o concelho de Lamego integra um vasto leque de infra-estruturas na área do saneamento básico adequadas para solucionar em definitivo o problema do tratamento de águas residuais. A instalação de equipamentos que assegurem uma cobertura eficaz de todo o município é considerada um investimento prioritário por parte da Câmara Municipal de modo a impulsionar o desenvolvimento saudável do município.
FONTE: CML site oficial

segunda-feira, outubro 30, 2006

OBRAS NA SERRA

A Câmara Municipal de Lamego está a levar a cabo a requalificação da zona envolvente ao Parque Biológico, tendo para o efeito asfaltado todo o seu perímetro. Uma obra importante para quem gosta de visitar a Serra das Meadas e não dispõe de um veículo todo-terreno. Esta obra está orçamentada em 66.045,91 €.

terça-feira, outubro 24, 2006

AEROPORTO DO DOURO

Falar em ligações aéreas regulares ao Douro poderia parecer pura utopia há dez anos. O aeródromo de Vila Real, bem como o de Bragança, embora mais distante, garantem actualmente esse acesso em pequenos aviões, e até já há autarcas a defender um aeroporto regional, com capacidade para voos charter. Essencialmente, o objectivo é abrir mais uma porta para a entrada de turistas, já que pensar em rentabilizá-lo comercialmente com as pessoas da região é uma autêntica miragem.
Um dos presidentes de Câmara que se inclinam perante esta ideia é o de Lamego. Francisco Lopes opina que o aeródromo de Vila Real é "suficiente" para as necessidades da região, nomeadamente, na ligação a Lisboa. Porém, acha que talvez já fossem horas de se começar a pensar na criação de um aeródromo ou aeroporto em Trás-os-Montes e Alto Douro, que permita "outro tipo de voos com maior capacidade".
O edil escolhe como potenciais interessados nestas carreiras aéreas as pessoas que são obrigadas a ir para o aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, quando o destino é precisamente o Douro. Francisco Lopes adianta mesmo que só o turismo fluvial implica vários voos semanais provenientes de diversos países da Europa, com destaque para a França. Não é líquido que o turismo do Douro seja totalmente elitista, mas é inegável que exige um bom poder de compra. Ora, os turistas que encaixam neste perfil certamente não se importariam de pagar para aterrar directamente na região.
Daí que a reivindicação de Francisco Lopes soe como música aos ouvidos de Artur Cascarejo, autarca de Alijó, que há muito vem reivindicando uma maior aposta do poder central na requalificação do aeródromo da Chã, naquele município. O Instituto Nacional de Aviação Civil também já reconheceu as potencialidades do local. "Todos sabemos que não há turismo de qualidade sem um bom acesso aéreo". De resto, Cascarejo já tinha visto os seus colegas da Associação de Municípios do Vale do Douro Norte reconhecer as potencialidades da infra-estrutura do seu concelho, definindo-o como o que estava em "melhores condições geográficas" para ser transformado num aeroporto regional. A própria autarquia alijoense já mandou elaborar o projecto e está a tratar, a expensas próprias, da rectificação e prolongamento da actual pista, para que possa ter um comprimento de 1300 metros.No entanto, o objectivo final é a construção de uma pista de três quilómetros com condições para outros voos.
FONTE: JORNAL DE NOTÍCIAS